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Eu? Pré julgando? Eu?

Pessoas queridas.

No sábado passado, dia 25, houve em Balneário Camboriu um encontro de blogueiras. (pessoas que mantém um blog, como este aqui)

Passamos uma tarde linda, muita conversa, conhecimentos trocados, sorteios, brindes, um coquetelzinho, enfim, tudo muito legal.

Porém, e sempre há um porém, ao chegar em casa, uma coisa chamou-me a atenção.  Conversando com minha filha mais velha, que também foi ao encontro, começamos a falar sobre as pessoas que lá se encontravam. E neste conversar, fui percebendo que, sem mais nem menos, sem razão alguma, eu havia feito pré julgamentos de algumas pessoas. E pior, percebi que estes pré julgamentos quase descambavam prá um preconceito. Meu Deus. Justo eu, que sempre fui contra toda e qualquer forma de preconceito com as pessoas, percebi que simplesmente eu aliviava o que sentia ao ver algumas pessoas.

Porque eu via quase todas aquelas que estavam super maquiadas, super bem vestidas, super lindas de uma forma quase caricata. Como se elas fossem aquelas burrinhas que se vê em filmes, sabem?

Não tenho motivo algum prá invejá-las. Poderia andar super maquiada, super bem vestida, ser um pouquinho mais bonita. Mas não sou assim. Sou, hoje, mais voltada pro ‘visto o que me dá na telha na hora’ do que pela moda ou outra coisa qualquer. Mas daí eu julgar as outras pessoas pelo que eu penso e quero prá mim não é certo.

Conheci duas meninas, e não vou citar-lhes os nomes pois me envergonharia quando as encontrasse de novo, que quando as olhei imaginei que, ao abrir a boca, delas só ouviria sandices ou inutulidades e futilidades. No entanto, as meninas demonstraram um conhecimento tão grande dos assuntos que fiquei boquiaberta.

Pré julguei, e quase perdi a possibilidade de conhecer as pessoas maravilhosas que conheci.

Peço perdão a elas, mesmo que elas não saibam quem são. Mas eu sei.

E a partir de sábado, tomo muito mais cuidado com meus pré julgamentos.

Foi um baque grande. Mas que serviu prá que eu me conhecesse melhor. E percebesse o grande erro que cometia. Mesmo que sem perceber.

Bom que tudo aconteceu agora. Porque antes tarde do que nunca, não é?