Parem de dizer o que posso ou não dizer ou fazer

Droga. Não há palavra melhor prá começar este post de hoje.

Umas das coisas que mais prezo na vida é a liberdade. De expressão, de pensamento, de opções, seja lá do que for.

Tenho 53 anos. Passei por muitas e muito boas já. Será que já não aprendi um pouquinho?

Deixem-me errar, dar cabeçadas, falar no diminutivo, explicar as coisas do meu jeito. Alguém pede uma explicação? Eu a dou, do meu jeito, com tudo bem explicadinho, bem detalhado, como eu gostaria que fosse comigo.

Eu penso diferente de você? Tudo bem. É só não me ler mais, seja aqui, no orkut, no twitter ou seja lá onde for. Pronto. Não vou chorar por isso. Pare de ler, simplesmente.

Sou cafona, fora de moda? Mas a minha moda eu mesma a faço. A minha moda é a não moda. Uso o que eu gosto, o que me permite o conforto que eu prezo.

Quero colocar uma foto na Internet? Ah, mas ela não está boa? Não me interessa, quem quer ver, que veja.

Chega de me policiarem.

Não dou este direito a ninguém. Aliás, a ninguém, não. Eu tenho este direito. O que me diz respeito, eu decido.

E chega.

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