Parabéns Kini

Hoje é 4 de outubro.

Dia dos animais. Dia de celebrar esta parceria que, se bem administrada, leva a um bom pedaço da vida com muito carinho e atenção, de lado a lado.

Temos aqui em casa um cachorrinho. O kini.  Ele entrou am nossas vidas há 9 meses, exatamente. Minha filha o ganhou em 4 de janeiro.

Ele veio substituir duas outras cachorrinhas que tinhamos quando morávamos numa casa. Mas não tinha como trazê-las para um apartamento. Uma porque era extremamente arteira, a niki, uma salsichinha preta fuçadeira que só ela. A oura, a lili, um autêntica vira latas, dócil ao extremo com crianças, porém de uma ferocidade à toda prova quando alguém se aproximava com intenções que ela não gostava. Mas mudamos para um apartamento, e não seria justo trancafiá-las num espaço pequeno, sem o quintal e a liberdade a que estavam acostumadas. Elas foram doadas e, de longe, acompanhamos suas vidas. Elas estão muito bem. Gostam de seus novos donos, e eles gostam delas.

E o kini veio para continuar a nos dar este carinho a que estávamos acostumados.

Com a promessa de que não cresceria muito, seria um cachorro pequeno, próprio para um apartamento, lá veio ele.

Mas ele foi crescendo, crescendo, e incorporando muitos dos nossos hábitos aos dele próprio. Ele adora comer, e pelo que pudemos pesquisar, a raça dele é assim mesmo, meio come e dorme. Se sobrar tempo,  vai uma brincadeira, mas sem muito esforço, por favor, que brincar também cansa.

Mas também é um docinho. Ele fica escutando o barulho do elevador. Se o som é no nosso andar, ele fica alerta. Se um de nós abre a porta, é rabinho abanando frenéticamente. Porém, se for qualquer outra pessoa, é um rosnar sem tamanho. Até que se diga a ele que cale.

Ele já criou suas próprias formas de se comunicar. Há um tipo de latido para tudo que quer.
Comida, água, caquinha ou carinho. Já dá de identificar. Assim como quando ele chega com a bolinha de silicone na boca. É hora de brincar. E experimente não ir. Ele nos olha com aquele olhar pidão, e é como se falasse: como é, eu te dou carinho, retribua, brinque comigo um pouquinho. Não há quem resista. E ele ganha a brincadeira. E, a bem da verdade, nós também ganhamos uma dose de anti stress muito boa.

Hoje, no dia dele, agradeçamos a Deus por mais este item de sua criação. Os animais podem ser nossos companheiros. E quando falo animais, falo de qualquer um, ou quase qualquer um, porque eu, decididamente, jamais teria uma cobra ou um rato como animal de estimação. Mas há quem os tenha. Vai entender.

Tenho certeza que o kini vai ser nosso companheiro por muitos anos ainda, e como ele não é barulhento, mesmo que tenhamos que nos mudar, ele vai pode ir junto.

A grande encrenca será quando minha filha sair de casa. Porque aí, teremos um enorme problema. Quem ficará com kini?

Mas este capítulo da nossa vida espero que demore a chegar.

No momento, e por muito tempo ainda, o importante é desfrutar da companhia dele. Nosso mascote fofinho. Lindinho. E muito querido.

Parabéns kini.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *