Coisas que pensei ou gostaria de ter pensado.

Exame de Ordem (OAB)

jan 20, 2009 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Comportamento

Estava eu no meu cantinho, pensando na vida (oh, céus), quando chegaram alguns amigos, em altos papos.

O assunto? O exame de ordem da OAB. Aqui em casa passamos pelas dores deste exame, e graças a Deus o parto foi um sucesso.

Meu marido passou, e hoje o bebê vai bem, obrigada.

Mas voltando ao tema.

Eu sempre estranhei muito o fato de que o nível de reprovação neste exame é muito alto. E sempre pensei se a culpa não seria das escolas/faculdades que deveriam estar preparando mal seus alunos.

Pois muito bem. Ontem tive os primeiros indícios de que a verdade não é bem esta.

Algumas observações feitas pelos meus amigos começaram a me situar no que de fato acontece.

A cada vez que se realiza um exame de ordem, um edital é publicado com todas as instruções referentes ao certame.

Pois bem, em que pese praticamente todas as possibilidades, permissões e restrições estarem relacionadas, parece que muita gente não presta atenção no que lê.  Ou lê e não entende.

Eis algumas situações que se apresentaram e que não consigo admitir, pelo menos não para pessoas que já passaram por uma faculdade, se formaram, e tem, então, um certificado de nível superior.

Foi colocado que a caneta para o preenchimento das questões deveria ser com tinta preta, com o corpo transparente. E o que foi visto? Muitos com caneta azul, corpo leitoso. Por favor.

Falaram no edital sobre relógios, celulares, máquinas em geral, e mesmo assim, muita gente insistiu em tê-los sobre as mesas, e não colocá-los dentro dos envelopes fornecidos pela organização do evento.

A identidade deveria permanecer SOBRE a mesa, à vista total e sem impedimentos do fiscal. Pois bem, várias pessoas a colocaram SOB o envelope, e até dentro deste. Imaginem, profissionais que um dia terão que redigir algo para ser apresentado ao juiz, e que não sabem a diferença entre sobre e sob. E num processo, colocar que alguém se jogou sobre ou sob um bandido, fará toda a diferença, ou não?

Muita gente questiona se todas as normas e exigências do exame não seriam as responsáveis por tanta reprovação. Acho que não. Por que quem cursa direito, sabe que é uma profissão que exige todo um ritual, normas, termos clássicos, enfim, uma profissão bem formal.

Realmente, o conhecimento destas situações me deixou muito triste, antes de qualquer coisa.

No meu tempo (de novo, ai Deus) a gente não somente lia, mas também interpretava textos. E as notas incluiam a interpretação.

Eu não sei bem o que anda acontecendo neste campo nas escolas, porque, como sempre gostei de ler, procurei incutir este gosto em meus filhos. Então eles leem, muito, e procuram interpretar bem. E se não conseguem entender, procuram quem os ajude.

Será que isto explica que os grandes advogados estão começando a rarear? Aqueles com um vocabulário completo ao falar, inclusive, não simplesmente aquele vocabulário copiado de livros para formar os processos?

Hoje percebo, até em blogs mais específicos, que a dificuldade com a nossa lingua é grande.

Então, me penitencio com relação aos cursos de direito. O que está havendo, muitas vezes, é o total  desleixo de alguns alunos com o estudo. E, infelizmente, este desleixo é de tal ordem, que eles nem ao menos se tocam.

Coitados de nós, se viermos a precisar de um deles no futuro.

Balões de fim de ano

jan 13, 2009 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Comportamento

Demorei mas voltei.

Este período prá mim é meio estressante. Ficar do lado de dentro de um balcão (e isto será motivo para outro post), atendendo pessoas muitas das vezes sem noção, é de estressar qualquer um.

Principalmente no último dia do ano.

Mas o mais interessante é a turma dos balões.

Eles, os balões, já ficam estrategicamente colocados de tal forma que basta um movimento para acessá-los.

Neste ano de 2008, por exemplo, separamos por cor, em várias caixas e bastava estender o braço para pegar as cores que os clientes queriam. Tínhamos à disposição balões brancos (o mais pedido, naturalmente), vermelho, amarelo, azul claro e escuro, verde claro e escuro, rosa, laranja, saquinhos com as cores misturadas, e até preto, para os mais ousados.

Pois bem, não raras foram as vezes que aconteceram coisas como as que vou descrever.

Entra alguém e pergunta as cores que tem. Desfiamos a cantinela com todas as cores já citadas. E a pessoa pede diretamente branco. Eu pergunto, por que não entrou e perguntou diretamente se tínhamos balão branco? Acho que não, porque ficariam sem ouvir nossa maviosa voz ditando todas aquelas lindas palavras, vermelho, branco, amarelo….

O seguinte nos pergunta o que quer dizer o cartaz colado no vidro da loja: Temos balões. Como assim? Alguém não sabe o que são balões? Ok. Balões são bixigas de encher com gás. (Bixigas com i, mesmo) Ah, sim, mas eles não querem não. Tá muito caro.

Outro pergunta pelas cores, naturalmente, e pede 5 de cada cor, menos o colorido. Espera que peguemos todos os saquinhos, espera que o balcão esteja absolutamente cheio, então vem o tiro: “ah, mas eu quero 5 balões de cada cor, e não 5 saquinhos de cada um”. Aham, como? Primeiro espera a gente tirar 5 sacos de balão de cada caixa, prá depois dizer que quer somente 5 unidades de cada? Mas a gente só vende o saquinho fechado. “então tá, não vou levar, não”. Nenhum.

E quando, lá pelas 23 horas, acabaram os balões brancos, amarelos e vermelhos, alguém entra e pede balão branco. Desculpe, senhora, mas balão branco acabou. Agora temos somente verde, azul, rosa, preto e multicoloridos. E vem a pergunta fatal: “tem vermelho?” Não senhora, somente verde, azul, rosa, preto e multicoloridos. “Ah, tá. Mas tem amarelo?” Não, senhora.  Somente verde, azul, rosa, preto e multicoloridos. “ah, então vou levar prata.”  Jesus Cristinho. Repitamos as cores. Senhora, prata não tem, também… “moça, então escolhe qualquer um. Ou melhor, me ve um saquinho verde e um azul.” Céus, finalmente.

Cês tão rindo, é?

Imaginem as cenas sendo repetidas 10, 15 vezes em plena noite da virada do ano. Os filhos e a ceia esperando em casa. Tem que passar na padaria prá pegar o chester que ficou assando lá (santa ajuda), tem que encher balões, que nós somos os últimos a encher balões na nossa rua, é tradição ( eheheh), pendurar, tomar um banho prá entrar o ano cheirosinho, cheirosinho, e ainda estar com cara de quem passou as últimas horas quase descansando.

Por favor, compradores de balões de fim de ano. Na próxima vez que forem comprar seus balões, PELAMORDEDEUS, peçam direto pela cor, e, se não tiver mais a da sua preferência, prestem atenção no que está lhe sendo oferecido. A cantinela das cores é desgastante, e prá quem está do lado de dentro do balcão, fica ainda a sensação de que esteve falando prás paredes, e isto, convenhamos, em pleno dia 31 de dezembro, seja de que ano for, ninguém merece.

Embora tardio, um lindo ano prá vocês.

E fiquem em paz.

Que eu vou tentando.

As crianças batata frita (Tostadas por fora e cozidas por dentro)

jan 5, 2009 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Saúde

Não, infelizmente você não leu errado. Não está faltando um “ezinho” entre crianças e batata frita.

É assim mesmo. Crianças batata frita.

Já falei que moro à beira mar. E tenho visto coisas que só posso descrever como estupidez.

Sabem lá o que é pais levarem crianças pequenininhas prá praia em pleno meio dia?

Tô ficando horrorizada com isto.

Campanhas não estão faltando. Até mesmo em intervalo de novela e filme se fala nos malefícios do sol,
quando da exposição em horário inapropriado,principalmente na pele sensível das crianças.

Mas parece que o povo não tá nem aí.

O que tenho visto de crianças no sol, em pleno horário de pico de insolação não é normal.

Que os pais queiram se turricar e virar verdadeiros  camarões na brasa ou ficarem com aquela cor linda
de salsicha de cachorro quente, OK, eles são grandes e sabem como aguentar as consequências.

Mas as crianças, não dá.

Na calçada (quando andam nas calçadas), pais passam carregando cadeira, toalha, brinquedo, mas
guarda sol, nem sempre, e água, nunca. Dá de ver que as crianças não estão sendo hidratadas.
Bloqueador solar? Muito, mas muito eventualmente mesmo.

E aí, os pais ficam até às 15, 16 horas no sol. E as crianças junto. Sem nem a sombra de um guarda
sol.

E quando estou saindo pro trabalho, normalmente às 16 horas, o que vejo?

Aquela montoeira de criança chorando, com certeza com o corpo ardendo, sendo levadas prá casa.

São verdadeiras batatas fritas ambulantes. Aqueles cabelinhos clarinhos, ou clareados pelo sol,
com a pele tostada, e com dor, cozidos em água salgada.

Pelo amor de Deus.

Horário prá tomar sol é sagrado. Cumpram este horário.

Pelo menos com as crianças.

A cobrança deste erro virá mais tarde, em forma de câncer de pele e outras doenças mais.

É triste? Mas é a verdade. Cuidem-se. E principalmente cuidem de seus filhos.

Prá não transformar a alegria de agora em sofrimento no futuro.

Gente criativa

dez 21, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Comportamento

Desde sempre, sou apaixonada por pessoas criativas. E não estou aqui me referindo somente a publicitários e gente de marketing. Eu me refiro àqueles simples mortais como eu que fazem as coisas se tornarem conhecidas, muitas das vezes sem ao menos saber que estão fazendo um grande favor ao público.

Mas é muito, muito bom quando, de alguma forma, a criatividade destas pessoas é reconhecida, podendo muitas vezes vir a se tornar um sucesso.

Estou muito feliz hoje. Como fiquei alguns dias atrás, e muitas outras vezes, na verdade, por outros acontecimentos do gênero.

Mas os mais recentes e que me motivaram a escrever este singelo (credo) post, é que, nem bem me refiz da alegria de ver minha filha ter uma frase escolhida num concurso nacional e ganhar um maravilhoso estojo com vários produtos de uma grife chique de beleza, vem agora meu genro e avisa que ganhou um notebook, e não qualquer note, um possante. Destes de última geração. Não um caquinho como o meu, por exemplo.

Isto é criatividade sendo reconhecida.

Aliás, se as pessoas não fossem muitas vezes tão invejosas, e reconhecessem o valor das idéias dos outros, se se desligassem deste sentimento mesquinho, com certeza o mundo já estaria utilizando muitos equipamentos e produtos bem interessantes.

Por exemplo, eu citaria estes cientistas que vivem na busca de novos remédios e componentes para melhorar a saúde das pessoas. Quando, muitas vezes um descobre alguma coisa, vem outro, e na maioria das vezes de um país pretensamente mais desenvolvido, e começa a botar defeito no que o primeiro descobriu e desenvolveu. Ajuda, cara, ajuda a desenvolver. Não inveja, não.

Mas hoje é sem bronca.

Hoje é prá comemorar a vitória do Daniel, assim como a da Renata, embora ela tenha sido um pouquinho mais de tempo atrás.

Parabéns aos dois.

E vão em frente, que muitos concursos ainda hão de vir por aí.

Mas vê se deixam alguma coisinha prá mim, ok?

Meu quintal

dez 18, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Natureza

Perdoem-me, mas foi impossível escapar deste assunto no bloguinho.

Preciso falar do meu quintal.

Hoje o dia amanheceu lindo, e continua maravilhoso.

É começo de tarde. Estou aguardando uma encomenda do correio. Estou, enfim, de plantão.

Mas estou esperando, e também escrevendo, numa sacada de frente pro mar.

Um mar lindo, neste exato momento, de um verde clarinho, com algumas faixas azul forte. Está lindíssimo.

Realmente,é um privilégio poder estar onde estou neste momento. Ou pelo menos estar na situação em que estou.

Amo este barulho das ondas quebrando na areia. Que, aliás, mesmo com as fortes chuvas está limpinha.

E o cheiro do mar. Insuperável. É uma brisa gostosa, embora, neste momento, um pouco morna além da conta. Mas é só passar um tempinho que este ventinho passa a ser bem fresquinho.

Vou ficar mais um pouco por aqui, na sombra, é claro, senão vou turricar mais que camarão na brasa. E como tenho evitado um pouco o sol (coisas da idade, lembram?) ainda estou com aquela maravilhosa cor de vela.

Vou continuar olhando a praia.

Bom que, apesar de todos os problemas que tivemos aqui em santa Catarina, as pessoas parece que estão entendendo que estamos conseguindo nos recuperar. E que, em verdade, os problemas foram bem localizados.

E este nosso litoral maravilhoso já está a postos novamente.

Lindíssimo.

E esperando vocês de braços abertos.

Eu acredito em papai noel

dez 14, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Euzinha

Besteiras à parte, creiam-me, eu acredito em papai noel.

Não, decididamente, não acho que Natal deva ser uma data voltada únicamente a presentes, comilança, abraços e confraternização na empresa.

Natal prá mim é a celebração do nascimento Daquele que me mantém em pé, que me sustenta nas quedas, Aquele prá quem eu peço socorro, e a quem muitas vezes esqueço de agradecer por tanto amor. Natal, enfim, é a celebração máxima do amor incondicional.

Mas, eu também acredito em papai noel.

Sou daquelas que não podem ver um papai noel que se abala e embala. Porque atrás de qualquer papai noel sempre vem uma criança, e muitas vezes aquelas musiquinhas chatinhas, às vezes, mas das quais a gente sente uma falta nos outros meses do ano…

Prá mim papai noel é sinônimo de infância, de inocência, de ternura.

Quando a gente é criança, papai noel existe. Exceto, e eu sinto muito por isto, práquelas cujos pais acham que crianças não devam ter  “ilusões”. Alguns pais acham que uma decepção futura não vale a pena prá criança. Mas quando nós, pais, conduzimos tudo com naturalidade, as coisas se encaixam e se resolvem naturalmente.

Acho que foi isto que aconteceu comigo.

As coisas lá na casa de meus pais foram sempre tão bem resolvidas, que  a lembrança que ficou foi a desta entidade gostosa, bonachona, feliz, chamada papai noel.

De minha parte, nunca embolei o meio de campo. E papai noel  sempre foi papai noel. O sentido verdadeiro e cristão do Natal, sempre foi o que mais importava.

Meus filhos também passaram por tudo com tranquilidade.

E eu continuo acreditando naquela figura grande (como eu, ihihih), naquela roupa vermelha e alegre (que alguns moderninhos querem trocar por verde, benza Deus), continuo acreditando naquela risada feliz e no simbolismo de solidariedade que ela traz em si.

Sou meio criançona, embora já seja mãe, quiçá quase avó.

Vou continuar correndo atrás de papai noel, ganhando balinha (embora também as venda em minha lojinha), porque, decididamente, balinhas de papai noel são sempre as melhores, mesmo que sejam iguais as que já tenhamos nas mãos.

Frases que eu gostaria de ter escrito

dez 14, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Frases

“”A vida começa todos os dias.”

Érico Veríssimo

Frases que eu gostaria de ter escrito

dez 10, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Frases

“A vida é mais simples do que a gente pensa; basta aceitar o impossível, dispensar o indispensável e suportar o intolerável.”

Kethleen Norris

Casamento espetáculo

dez 10, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Comportamento

Não estou mais entendendo nada.

Realmente, estou me sentindo cada vez mais por fora das coisas.

Pois então, hoje em dia, cerimônias de casamento estão virando somente um espetáculo para os convidados, leitores das revistas de fofoca e internet.

Sim, claro, antes, isto é, antigamente, quando a gente se casava, também havia uma preocupação com o local do casamento ( igreja, salão, fosse onde fosse), a roupa da noiva ou do noivo, lista de convidados, a festa e o que servir às pessoas, a música, etc.

Mas tudo dentro de um limite.

A cerimônia era para selar um amor, mostrar à sociedade ( e por sociedade entenda-se as pessoas) que aquelas duas pessoas estavam se unindo porque se amavam.

Tudo era preparado com antecedência, claro, mas com carinho pelas pessoas, não pelo que as fotografias iriam mostrar.

O que estamos vendo hoje? Quando o casamento não é absolutamente patrocinado por algumas empresas sob o preço da divulgação pelos “nubentes”, a coisa virou um espetáculo, muitas das vezes digno de uma comédia bufa.

Credo, como pode madrinhas serem tolhidas em sua vontade de se vestir assim ou assado, com esta ou aquela cor? Nao, as coitadas tem que se vestir de verde água marinha do mediterrâneo. Mesmo que a pobre seja uma loirinha do cabelo quase branco, ou uma morena de tez meio amarelada, em que a cor da roupa não valoriza em nada o tom da pele.

A mãe da noiva, que sempre sonhou em no dia do casamento da única filha usar aquele vestido de renda e seda, clarinho, coitada, determinaram a ela usar aquele azul ultramar. Não importa se a coitada ODEIA azul. Ela gosta de cores clarinhas. Azar dela.

A música? Nada contra uma música popular num casamento, mas pelo amor de Deus. Já fui a casamento em que uma música com uma melodia barulhenta e uma letra que não dizia coisa com coisa foi tocada. E depois não querem que as igrejas proibam músicas que não sejam sacras. Mas com o exagero que tem ocorrido, querem o que?

E os vestidos das noivas. Qué qué isso minha gente? Ou o peito siliconado fica querendo pular prá fora do decote, ou a fenda na pernoca deixa à mostra até a renda francesa da calcinha.

Gente, casamento não é espetáculo. Casamento é cerimônia. Cerimônia, conforme o dicionário aurélio “reunião de caráter solene”.

Casamento é muito bom. Mas não dá de fazer com que esta cerimônia se torne o grande oba-oba que temos visto.

Pessoal, que tal deixar as brincadeiras e outros que tais para depois? Para depois do sim tanto no religioso quanto em frente ao juiz de paz?

Na festa, pode ser?

Frases que eu gostaria de ter escrito

dez 3, 2008 Autor: Beth Pinheiro | Categoria: Frases

“Nunca desprezes os teus amigos, porque se um dia eles te esquecerem, só teus inimigos se lembrarão de ti.”

Mário Quintana

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