AMOR

PORQUE ESTA MULHER É FANTÁSTICA

vó blog 1

E PORQUE ELA É MINHA MÃE.

Acessibilidade. Parece que o mundo acordou, finalmente, para uma grande injustiça. Ou, por outra, muitas pessoas estão finalmente tentando fazer alguma coisa.

Falo daquelas situações pelas quais passam as pessoas que necessitam se locomover numa cadeira de rodas. As pessoas hoje chamadas de cadeirantes.

Algumas nasceram com alguma limitação que as obrigam a se utilizar das cadeiras, outras, por razões diversas, passaram a utilizá-las depois de tempos de vida.

Mas o que me levou a escrever este post, é uma propaganda que tem sido veiculada na televisão sobre uma situação infeliz que acontece comumente. Nesta propaganda, uma garota em cadeira de rodas passa a maior dificuldade para  acessar uma calçada, pois o local pelo qual ela poderia facilmente subir (a rampa) está bloqueada por um carro, parado por um homem, muito bem trajado e teóricamente (bem se ve) bem educado.

Esta é uma situação real. Tenho visto isto continuamente. Acho o fim da picada.

Inclusive, há poucos dias, infelizmente, vi um carro oficial, de um setor de segurança, num shopping, parado exatamente onde? na vaga para cadeirantes. Neste dia, o estacionamento não estava cheio, é verdade, mas a vaga especial não é qualquer uma. Se a vaga é aquela, é porque aquele local vai facilitar o acesso ao estabelecimento. Se não fosse assim, as vagas para cadeirantes poderiam estar em qualquer lugar do estacionamento. Mas não é assim. Estas vagas sempre estão próximas à porta. Isto não é à toa.

Foi um pouco decepcionante. Mas o motorista, alertado, logo foi retirar o veículo do local. Pelo menos isso.

Se cada um de nós fizer o pouquinho que nos cabe, o coletivo todo irá ser beneficiado.

Eu procuro fazer a minha parte, com todo empenho. E sei que você, que me lê, também.

Então, obrigada, em nome de quem, neste momento, não pode lhe agradecer.

Quando eu era mais nova, mas bem mais nova mesmo, estudava num colégio de religiosos.

Ao entrarmos na adolescência, mais ou menos, fazíamos um curso de etiqueta.

Na época, nos parecia um curso de uma inutilidade à toda prova, o que se provou o contrário à medida que o tempo foi avançando.

Aprendemos, as meninas, pelo menos, a sentar, cruzar as pernas com classe, usar os talheres corretamente, a falar em público, aprendemos até a andar. Meu curso foi , aliás, com ninguém mais ninguém menos que a maravilhosa Maria Augusta, uma mulher chiquérrima que preparava as misses, na época em que concurso de miss era tudo de bom.

Quanto mais velha fui ficando, mais fui valorizando o aprendido.  Nada foi desperdício. Nem o tempo de ensino, nem a utilização do que aprendi.

Etiqueta não é frescura, mesmo que às vezes pareça uma coisa boba. Pode até haver, embora eu não me lembre, uma ou outra regra que não mereça muito crédito ou elogio. Mas no geral, regras de etiqueta servem bem.

Aquela história dos talheres corretos. Eles servem prá nos ajudar na hora de cortar e levar um alimento à boca. Uma faca e um garfo corretos são excelentes ajudantes. Sabe aquela coisa da comida voando? Mais do que simplesmente  por um alimento ‘errado’ sendo servido, é um  talher sendo usado incorretamente. ( ou até mesmo o talher errado posto à mesa).

Uma espátula para manteiga jamais cortará um pão, que aliás não se corta, parte-se com as mãos. Porém a gente usa uma faca de pão prá passar manteiga. Mas experimente usar o talher apropriado, e se você não tiver uma espátula para a manteiga, use pelo menos uma faca sem serrilhado. A manteiga deslizará muito melhor e com certeza seu pão não irá se transformar naquele amontoado de massa.

Regras quanto a comportamento e convivência. São outras que são destroçadas quando a gente é mais novo. Mas quando seguimos regrinhas básicas, a convivência se torna mais agradável e proveitosa.

O que custa ceder o lugar numa condução para alguém mais velho? Lembre-se que, se Deus pemitir, um dia você também será velho. E haverá de querer esta gentileza para consigo. Ceda lugar a gestantes. Pessoal, aquele peso na barriga desequilibra o mais equilibrado dos mortais. Não é fácil, e principalmente se o bebê é um daqueles agitadinhos. É chute prá tudo que é lado. E isto deixa a gente meio bamba. Não custa, pessoal, não custa.

E ainda pode acontecer de aquela menina ou menino em quem você tem ficado de olho, ver o seu gesto, gostar, aprovar, e você, além de ter sido extremamente educado com a pessoa a quem você cedeu o lugar, ainda vai ser hiper bem visto pela garota ou garoto. Ué, garoto, sim. Por que você pensou que menina não cede lugar? Acorda, a regra vale prá todo mundo.

Existem muitas outras regrinhas. Não as despreze. Antes de reclamar e não querer usá-las, que tal tentar primeiro? Posso garantir que não será tão difícil.

Tente.

Eu falei que avisaria.

Sim, minha amiga e eu conseguimos nos “comunicar”. Agora é tentar não nos perdermos de vista.

E matar as saudades.

Que são enormes.

Não foi por preguiça, juro. Mas percebi agora que há muito tempo não “visito”este blog.

Eu não sei, ou não consigo explicar exatamente porque, mas ando sentindo um cansaço absolutamente fora do normal. A bem da verdade nem sei se é exatamente cansaço a palavra certa. Talvez seja uma enorme falta de ânimo, de energia, apatia, sei lá.

Este é o kini. Mas poderia ser eu frente ao espelho

Este é o kini. Mas poderia ser eu frente ao espelho

Dizem que isto pode ser algum daqueles trocentos sintomas de menopausa, e se for, espero que passe logo, porque nem eu me aguento mais. Porque por conta disto, acho que meu marido está ficando sobrecarregado. Ele nem tem reclamado, mas não é justo, não é certo. Afinal, minha saúde física está ótima, dentro, claro, das limitações que a idade impõe.

Isto é o mais chato. Porque vontade eu tenho, mas alguma coisa anda me impedindo. Eu não gostaria de tomar remédios. Sei que existem alguns que poderiam ajudar, mas nas poucas vezes em que tentei fazer uso deles, e sempre sob prescrição médica, é claro, tudo que eu fazia era dormir. Foi um período muito ruim, porque não tinha mais almoço, a roupa empilhava na máquina de lavar, limpeza de lado, um horror. E eu só dormindo.

Como, nos últimos anos, andamos passando por muito estresse aqui em casa, a médica me explicou que isto de dormir direto poderia ser a resposta que o organismo estava dando. Relaxar um pouco seria o sinal do tanto de estresse. Mas relaxar um pouco, tudo bem. Relaxar direto é que não dá.

Daí, fico nesta. Esperando desesperadamente voltar a fazer tudo que sempre gostei de fazer. Ir trabalhar, cuidar das coisas em casa. Mas sem remédios.

Será que isso passa logo? Porque tenho tantos posts prontos, mas nem prá abrir o computador e colocá-los aqui ando tendo ânimo.

Torçam por mim, por favor. Eu, de minha parte, estou me esforçando.

E este post já pode ser um começo.

Tags: , , , , , ,

Estou meio em estado de graça. Meio? Sim, meio. Já explico o porque.

Quando eu estudava na 2ª série do antigo curso científico, atual 2º grau, conheci uma menina muito legal. Nos tornamos muito amigas. Daquelas super amigas mesmo. Sem segredos ou frescuras.

Eu, bolsista, se não a mais, uma das mais chinfrins da sala. Ela, de uma das família$ mai$ tradicionai$ da cidade. Mesmo com esta diferença, sempre nos demos extremamente bem. Confidentes mesmo.

Ela sempre foi linda. Continua, inclusive, com seus 50 e poucos. (mesma idade que eu)

Depois que nos formamos, eu tomei um rumo na vida, me afastando da nossa cidade. Passei num concurso importante, casei, fui prá longe, e ela permaneceu lá.

Depois de uns 8 anos, mais ou menos, não sei como, recebi uma ligação dela, na empresa em que trabalhava, tendo eu daí já voltado prá nossa cidade, me convidando pro casamento dela. Não pude comparecer pois já havia outro casamento na família, e, claro, no mesmo dia.

Depois eu soube que ela havia tido um menino. E eu já tinha uma menina. E até hoje, não sei porque, nem eu conheço o filho dela, nem ela a minha filha mais velha, que dirá meus outros dois.

Quando vim prá Itapema, passados já então quase 20 anos, comecei a lembrar muito dela, procurei nos catálogos telefônicos pelo nome do marido, e não tendo achado, pesquisei pelo pai, irmão, e outros, nem lembro. Mas enfim, achei. (um aparte. naquele tempo, internet já existia, mas funcionava a manivela, era mais rápido pesquisar pelos telefones).

Tanto fiz que consegui falar com ela. E foi como se tivessemos nos encontrado no dia anterior. Coisa boa. Conversa fácil, bonita, sincera.

Daí, mais um tempão, e quase 30 anos depois, num daqueles relâmpagos de inteligencia, pesquisei pelo nome dela no orkut. Demorou horrores, mas achei.

Mandei recados, mensagens, e nada. Estranhei, mas sabendo que nós duas somos meio “antas”, fiquei no aguardo. E eis que num dia, sem que eu lembrasse mais, me chega um recado de alguém que eu não conhecia. Não sei porque, porque não abro recados nem páginas de quem não conheço, desta vez resolvi ver. E era ela.

A minha querida amiga conseguiu “perder” o orkut dela e estava me mandando um recado através de outra pessoa. Mandei prá ela recados e tal, até que ela sumiu novamente.

Mais um tempo, e ela ressurge do nada. Ela achou a senha e o orkut dela. Me mandou um email prá que eu a adicionasse.

Daí, que fiz eu? DELETEI o email dela. Assim, sem um que nem porque. Mas consegui mandar uma mensagem pedindo que me adicionasse que eu completaria o processo, ou que me mandasse novamente um email, prá que eu pudesse adicioná-la.

Prá resumir, estamos nisso há 1 mes. Eu peço o email dela, ela não me entende. Ela me manda um recado, não sei o que ela quer dizer.

Quando digo pros meus filhos que a minha amiga me mandou outro recado eles já riem, e falam que acham que nós nunca vamos nos adicionar mutuamente.

Que estamos parecendo, ou sendo, duas antas quadradas. (perdão às antas, elas não mereciam que eu nos comparasse a elas).

Será que um dia isto vai ter fim?

Será que um dia poderemos conversar (?) via orkut?

Espero sinceramente que sim. E este dia será especial. Tão especial que vou avisar vocês.

O nome dela? Não falo, nem o primeiro nome. Vai que alguém que tenha estudado conosco nos reconheça, daí a gozação tá feita.

E não vou dar esta chance prá ninguém. Não mesmo.

Tags: , , , , , , ,

Hoje pela manhã, estávamos, meu marido e eu, assistindo ao noticiário. Naturalmente que uma das notícias dizia respeito àquele famosíssimo médico especialista em reprodução humana que se encontra preso sob suspeita/acusação de assédio sexual, estupros, manipulação genética e outros crimes praticados contra clientes que procuraram sua ajuda na clinica de reprodução humana de sua propriedade.

Mas o que quero falar não é a respeito deste monstro, não. Quero falar exatamente das pessoas que foram enganadas e/ou abusadas por este verme.

Meu marido e eu comentávamos sobre a coragem que tiveram estas pessoas que vieram a público, se expuseram, falaram e hoje tem sua revolta ouvida.

Pelo que tem aparecido na mídia, estes casos tem acontecido desde muito tempo atrás. É estranho que,já tendo havido outras denúncias, somente agora as coisas comecem a ser esclarecidas, não é?

Mas novamente, o que me levou a falar aqui, foi uma frase que meu marido falou: “Eu queria ter o dom da escrita, prá mandar uma mensagem prá estas mulheres e homens que tiveram suas vidas manipuladas e abusadas. Queria saber agradecer a eles o que fizeram, dando sua cara a tapa, falando. É muita coragem, neste país, mulheres mostrarem o rosto num caso tão absurdo e doloroso, e também os homens, maridos destas mulheres, que, se ainda estão com elas, acreditaram nelas, lhes apoiaram. E com certeza estão sofrendo junto com elas esta dor.Parabéns e obrigado a eles.”

Meu marido queria ter escrito isto, e como concordo plenamente com ele, falei que não se preocupasse, que eu, com minha voz fraca e pequena, faria isto por ele. Que hoje ainda eu tentaria gritar a todos a beleza da coragem e da dignidade destas pessoas que estão se expondo, e das que já se expuseram, e que talvez nem tenhamos ficado sabendo.

Não gosto de fazer posts em homenagem a pessoas que já faleceram. Gosto de homenagens quando as pessoas ainda estão vivas, prá que possam saber o quanto são queridas e admiradas.

Este meu post é justamente prá estas mulheres e homens que tiveram a coragem de falar, porque, com este ato, quantas outras mulheres terão sido salvas das humilhações? Quantas famílias deixarão de ser desfeitas pela dúvida, pelo que as mulheres poderiam falar? Quantos pais deixarão de olhar pros seus filhos com dúvida?

Gostaria que, embora este médico/monstro tenha muito dinheiro prá gastar com advogados, a justiça seja levada a sério. E seja feita em sua plenitude.

Mas, mais que qualquer coisa gostaria, hoje,de dar parabéns a vocês, mulheres corajosas e dignas, que com seu gesto, ajudaram a salvar muitas outras.

Parabéns.

Tags: , , , , , , ,

Até um tempo atrás, frequentávamos uma lanchonete na cidade, que servia um pastel e um sanduíche  maravilhosos. Moramos no extremo sul e a lanchonete fica no extremo norte da cidade. Mas o pastel e o sanduíche de lá compensavam a distância.

Sempre fomos lá pela qualidade da comida e atendimento. Até que o “garoto da cozinha” foi despedido, e os atendentes da lanchonete trocados. Acabou a qualidade, na comida, e no atendimento.

O caso se passou nesta lanchonete. E foi verdade. Inclusive com testemunhas.

Foi numa noite muito fria. Fomos, meu marido e eu, comer um sanduíche. Chegando lá, fizemos o pedido, e ficamos conversando.

A lanchonete fica em frente a uma Igreja. Como era sábado, estava sendo celebrada a missa.

Enquanto conversávamos, observamos um guardador de carros, encolhido num canto, no pátio ao lado da Igreja. Como já era noite, e estava muito frio, pensamos que seria bom oferecer ao homem um sanduiche quentinho, pois isto pelo menos o esquentaria um pouco, e, quem sabe? ele até poderia estar com fome.

Chamamos o atendente, e pedimos um outro sanduíche, com tudo a que tivéssemos direito. Ele estranhou, e perguntou se este deveria vir depois dos outros dois que havíamos pedido antes. Dissemos a ele que não. Que poderia vir logo.

O sanduíche era muito parecido com este.

O sanduíche era muito parecido com este.

E assim ele fez.

Quando os sanduíches chegaram, antes de comermos, meu marido levantou, atravessou a rua, e, numa sacolinha, entregou o sanduíche pro homem.

E daí, a reação. O moço olhou pro meu marido, perguntou o que era, ele falou: um sanduíche assim, assado,pro senhor.

Sabem o que ele respondeu? Não quero não, eu não gosto deste tipo de sanduíche. Desculpe, falou meu marido, o sr. não quer comer? E o homem novamente, não, eu não gosto deste sanduíche.

Meu marido voltou cabisbaixo, e daí o atendente da lanchonete, que havia presenciado tudo, e vendo a nossa cara de decepção, nos falou: Ele é assim mesmo, só come determinados tipos de sanduíche. Não adianta insistir. Ele passa fome, mas é exigente.

Até agora, esta história me pega. Porque já passamos por situações em que um sanduíche daquele, poderíamos recebe-lo como um presente. E agora, que podíamos oferecer a alguém a possibilidade de saciar a fome, fomos “esnobados”.

Foi difícil de entender. Mas hoje passou. Embora, claro, a gente não vá esquecer.

Porque, convenhamos, foi inusitado. Uma situação completamente atípica.

Alguém tentando fazer um carinho, e este carinho  não sendo aceito.

Mas enfim…

Eu tô cheia

Conseguiram me encher o pote.

Que eu já estava cansada do que anda acontecendo atualmente no brasil, todos já devem saber. Até porque, com certeza, você também deve estar muito estressado com tudo. Ou não?

Agora, porém, as coisas estão chegando num ápice que está me deixando sem dormir.

Esta gripe, a suína, está aí com tudo. E não me venha o sr. Ministro da Saúde dizer que tá tudo bem, tudo sob controle, que é óbvio que as coisas não estão.

Como podemos conceber que hoje, em pleno século 21, alguém morra por causa de uma gripe? Ah, mas a gripe normal também mata. Mata, sim, mas será que com a agilidade que esta gripe suína tem mostrado?

Como é que eu posso aceitar que tantas crianças e grávidas estejam morrendo? Com os postos de saúde entupidos de gente. Nos hospitais gente saindo pelo ladrão?

E os srs deputados, solicitando que o posto de saúde da câmara receba doses do remédio tamiflu, porque é “trabalhoso” ir buscar o remédio nos postos (como se eles levantassem suas maravilhosas bundinhas da cadeira prá ir buscar), alegando que o posto atende também o público que frequenta a cas, em caso, claro, de emergência?

Pessoal, então, vamos todos correr pro posto de saúde da câmara. Lá vai ter o tamiflu. Todo mundo que está mal, corre pro posto que os srs. deputados mandarão os médicos lhes atender.

Que é isso? Onde estamos?

Chega.

Chorei a noite por medo que meus filhos estejam com a maldita gripe. Eles nem foram prá aula. Afinal, um tem problemas cardíacos, a outra tem asma. Eu e meu marido também somos cardíacos. Que dizer, estamos todos no grupo de risco.

Pensei em me mudar prá brasília. Mas o cheiro daquela cidade deve estar cada vez mais horrível. Cheiro de podre. De coisa estragada. De carniça.

Quero ir embora deste país. E cada vez mais meu pensamento se firma nisso.

Não quero meus filhos vivendo esta sordidez.É muita podridão. E por que não fico e ajudo a mudar as coisas? Porque estou cheia. Cansada. Horrorizada. E temo pelos meus.

E olha, prá quem notou que escrevi brasil, câmara dos deputados e outras palavras que normalmente se escreve com letras maíusculas, com minúsculas, é porque este país não merece mais o meu respeito. Este vai ser meu grito. brasil.Com letra minúscula, seja no começo, meio ou fim de alguma frase.

País que não merece mais o meu coração, meus melhores sentimentos, meu respeito.

E para aqueles srs, desejo de todo o coração, que a eles, ou a algum dos seus, a gripe lhes pegue, e os faça sofrer por tudo que outros sofreram.

Tags: , , , , , ,

Hoje lembrei de um assunto que me ocorre há bastante tempo.

Eu amo pão. Pão de qualquer tipo. Doce ou salgado. Inteiro, fatiado, seja como for, gosto muito de pão.

Assim como, por achar mágico a confecção de um tecido, durante um tempo razoável, trabalhei com máquinas de tecelagem. Não exatamente deste tecido fininho, era de trico. Mas o princípio é o mesmo. Do entrelaçamento dos fios, nasce o tecido. Tecido este que também pode ser feito à mão.

E eu sempre penso na simplicidade que é a confecção de um pão ou de um tecido.

Para o pão, a farinha (seja trigo, mandioca ou o que for), água e fermento, que pode ser obtido da fermentação do próprio trigo. Eventualmente coloca-se sal ou açucar. Mas a base é farinha e água.

Para o tecido, um fio já basta, também havendo inúmeras opções de material. Hoje, aliás, até de garrafas plásticas já se faz um tecido.

Eu acho a transformação destes ingredientes básicos num alimento, ou numa vestimenta uma coisa maravilhosa.

Sempre se vê referencias ao pão e ao tecido quando se lê sobre a antiguidade. Quer dizer, o mundo evoluiu, mudou, cresceu, modernizou-se. Mas a essência da alimentação e do vestir não mudou. Acrescentamos, tão sómente, mais alguns elementos. Mas aquele alimento indispensável primordial, continua exatamente igual. Assim como o tecido, cuja maneira de ser tecido continua exatamente a mesma.

Eu agradeço sempre aos céus por este alimento maravilhoso, e pelo tecido que me protege do frio.

Não custa.

Tags: , , , , ,

« Older entries § Newer entries »

SEO Powered by Platinum SEO from Techblissonline