Esperança

Não poderia deixar de partilhar com todos a felicidade que estamos sentindo hoje.

Acho que Deus confia muito em mim, pois me mandou três filhos com algum tipo de problema mais sério de saúde.

Temos problemas para todos os gostos, e de todas as ordens e intensidades.

Mas alguns chamam mais a atenção, mesmo que não sejam, necessariamente, mais difíceis de resolver do que outros. Alguns são insolúveis, pelo menos por ora, pelo que se conhece até hoje na medicina.

Mas eu sempre fui extremamente positiva. Sempre fui muito esperançosa. Mas, principalmente, sempre tive muita fé. E é o que sempre falo a todos. Nada como uma fé cega, inconteste.

Ontem fez um mês, exatamente, que um exame oftalmológico no meu filho (ele deve fazer este exame a cada cinco ou seis meses), constatou que, depois de 13 anos de perda constante na visão, ela deu uma boa estacionada. Pela primeira vez, o grau das lentes não aumentou. Dá de imaginar a nossa alegria, não dá?

Pois então, ontem, um mês depois daquele diagnóstico, fomos ver como andava a parte cardiológica.

E nova surpresa, absolutamente inesperada e muito feliz.

Novamente, depois de 6 anos de medicação diária para manter o coração regular, a dosagem do remédio não aumentou. Pelo contrário. Se os resultados dos exames complementares confirmarem, vamos tentar começar a diminuir a dosagem do medicamento.

Vitória. Da esperança. Da fé.

Porque, segundo me falou o cardiologista, isto não era esperado. Mas aconteceu.

Na hora que o cardio começou a falar, comecei a tremer, e deve ter sido bem visível, porque ele sorriu. E era um sorriso feliz. Era um sorriso me dizendo da vitória. Que inesperada, mas não impossível.

Prá quem acredita. Prá quem tem fé.

Como eu. Como a nossa família.

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