De volta e, desta vez, espero, definitivamente.

Devo pedir desculpas a vocês, que eventualmente me leem. Não foi por querer que andei tanto tempo afastada.

É que meu notezinho deu pane, ou pânico, visto que foi na minha mão. Algo com a tela. Branqueou tudo. Depois de um tempo razoável, porém com atendimento muito bom por parte da autorizada, tudo está resolvido.

Talvez alguém me pergunte: “E por que não usou o computador do marido ou dos filhos?”. Porque tenho medo. Um medo danado de detonar os computadores. Porque, modéstia à parte, sou especialista nisto. Já consegui queimar dois aparelhos de fax, um na Bahia e outro aqui mesmo. Lá, liguei com a tomadinha no 220v, mas lá é 110v. Aqui, tentei ligar junto com outro aparelho num “T”, e parece que os plugs se tocaram, e adivinhem? Buum, de novo.

Aliás, minhas experiências com aparelhos eletro eletrônicos destruidos não é exatamente recente. Já tive problemas com um secador de cabelos (buuum). Televisores só ficam ruins quando eu ligo. E, talvez o pior, fora meu notezinho, é claro, uma máquina de xerox. Eu já consegui me atrapalhar com uma máquina de xerox.

Hoje sou traumatizada com máquinas e equipamentos. Temos uma máquina de bottons e outras de silk screen que eu opero, mas com um medo danado. E olha que estas máquinas são robustas, exatamente. É tudo bem pesado. Mas tenho medo.

E é por isto que não escrevi em outro computador.

Não foi por falta de vontade, não.

É que o  medo falou mais alto. Já pensou se detono os trabalhos de meu marido? Ou os jogos, fotos, musicas, tarefas, dos filhos?

Deus me livre. Antes eu que eles.

Se era prá sentir falta de escrever, sempre primeiro eu, eles não.

Bem vindos, então, novamente.

E obrigada prá quem me esperou.

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