Compras, compras, compras…

Sempre disse que não gosto de shopping. Não gosto de supermercado (hiper, então, nem pensar). Não gosto de fazer compras.

Mas ontem resolvi me desarmar, e ir às compras.  Marido, filhos e eu.

E não é que foi bom?

Passamos incríveis quatro horas experimentando roupas. Isto mesmo, quatro longuíssimas horas entrando e saindo de provadores. Foram calças, camisetas, camisas, vestidos e até sapato.

Não, não foram compras fúteis. Os tempos não estão prá isto. O meu tempo e o meu dinheiro, pelo menos, não.

Foi necessidade mesmo.

A gente aguentou até onde pode. Mas quando alguém não identifica direito se a camiseta é cinza claro ou cinza desbotado, opa epa.  E o marido tendo que frequentar lugares mais formais em função da profissão, chegou a hora de rever conceitos.

Gosto de usar as roupas e sapatos até que cheguem no limite. E este limite tanto pode ser o desgaste natural das fibras, quanto o limite do corpo. Isto é, se a gente emagrece, aperta a roupa e tudo bem. Mas se a gente engorda (o que é muito comum depois dos 50 anos), fica muito difícil emagrecer. E alargar roupas nem sempre é possível. Este é o limite do corpo.

Nossa tarde foi boa.

Eu, particularmente, precisei provar somente tres peças, das quais só comprei uma. Mas ficou linda.
Os outros passaram bastante tempo provando.

Depois de tudo, um lachinho muito gostoso, com tudo a que todos tinham direito.

Uma tarde inteira em família, comprando roupas, comendo, andando (todos chegamos com os pés doendo em casa), foi uma coisa maravilhosa. Temos sorte por poder fazer isto numa quinta feira. Não são todos que podem fazer isto. Que bom que pudemos fazê-lo.

Todos dormimos cansados, mas a partir de ontem, acho que comecei a ver sessões de compras com outros olhos.

Acho que vou visitar shoppings mais vezes.

Me aguardem.

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