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Mandioca e quiabo. Nos cabelos?

Bom, antes de qualquer coisa, esclareço que não tenho com meus posts a pretensão de lhes dar informações científicas. Por  isso, não gosto muito de fazer muitas pesquisas, colocar aqueles nomes horrorosos que os cientistas são obrigados a dar as suas descobertas e tal.

Maioria do que sei ou conheço, fui adquirindo ao longo da minha vida. Algumas coisas simplesmente vivendo, outras observando, outras ainda ouvindo conselhos, principalmente de pessoas mais velhas ou mais vividas que eu.

Explicações dadas, vamos ao motivo do que lhes escrevo hoje (chique a frase, hein?)

Eu sempre ouvi falar que devemos comer frutas, legumes, sementes, estas coisas, prá nos fortalecermos, termos mais saúde, etc, etc, etc…

Mas um dia, quando fui com minha filha à loja onde sempre compramos nosso material belezístico (shampo/maquiagem e outros), a loja Cremesham, em Itapema SC, a dona, uma moça muito legal, nos ofereceu prá testar um frasco de shampo e um de condicionador de mandioca. E também, uns sachês tipo amostra de shampo e condicionador de quiabo.

Passado o susto inicial (mandioca e quiabo?), fomos aos testes.

E, olha, com toda a sinceridade, estou maluca esperando que os produtos cheguem logo à loja.

Seguinte. Opinião minha. Depois de 2 tentativas de mechas que deixaram meus cabelos parecendo mais uma vassoura de bruxa (meu cabelo era oleoso mas jeitoso), passei a usar os produtos de mandioca. O cheirinho deles é fantástico, pelo menos prá mim. A diferença foi muito grande, eles realmente hidratam bem os fios. Mas ainda faltava um tanto de hidratação, sabem? Daí fui apelar pros produtos de quiabo, porque como o quiabo tem aquela baba, (eca), achei que o produto poderia ser mais forte. E fui com tudo. O shampo, tem um cheirinho meio esquisitinho, mas perfeitamente tolerável. O creme já tem um perfume delicioso, prá mim. Mas e a ação dos produtos? Que foi aquilo? Cabelo macio, sem aquele aspecto de vassoura. Adorei, adorei, adorei.

Já telefonei trocentas vezes prá Morgana prá saber dos produtos, como se eu não tivesse tido uma loja e não soubesse que estas coisas demoram mesmo. Daí que passo lá sempre e peço mais umas amostrinhas. Acho que ela vai gastar tudo comigo. Ah, sim, esqueci de falar, os produtos rendem muito.

Bom, é isso. Não sei fazer posts belezísticos. Mas achei a ação dos produtos tão boa que pensei que seria meu “dever patriótico” dividir esta informação com voces. A foto abaixo mostra bem a marca. E, como já falei, rende bastante. É isso.

Máscara boa é a máscara que aumenta meus cílios

Hoje estava lendo um dos trocentos feeds que assino (feed é uma coisinha que a gente assina, clicando num íconezinho laranja que tem em algum lugar nos blogs, e que faz com que a gente receba os posts novos dos blogs que gostamos), quando me deparo com um tema que me chamou a atenção. Aliás, este tema SEMPRE me chama atenção, porque sou simplesmente fascinada por elas. Elas, as máscaras de cílios. Nosso querido e popular rímel. (a gente fala rímel, mas rímel é marca. tal como gilete, durex, e outros).

Pois bem. No post, a moça fala mais ou menos isso. Que o rímel tal é maravilhoso, curvou os cílios dela, alongou-os, deixou-os volumosos. OK. Mas como eu acompanho este blog há muito tempo, tenho conhecimento do tipo de cílios da mulher. Os cílios dela são naturalmente longuíssimos, curvadíssimos e volumosíssimos. Quer dizer, QUALQUER rímel fica bom nela. O que muda, simplesmente, é o fato de um secar mais ou menos rápido. Dar um pouco mais ou menos de volume. Borrar um pouco mais ou menos. E só. Todos os rímeis que ela testou até hoje deixaram os cílios dela bonitos, embora eles, ‘peladinhos’, já o sejam.

Quero dizer com isso tudo, que algumas pessoas deveriam pensar um pouquinho mais, sabem?  Talvez mostrar o efeito em outras pessoas, não sei. Ou observar que nela, NELA, o rímel ficou bom.

Mas daí a recomendar, dizer que funciona super bem, que é maravilhoso e tal, sem que tenha testado em alguém que, como eu, por exemplo, tem os cílios ralinhos, curtinhos e absolutamente retos, vai uma diferença. Porque estes blogs são bastante lidos, e daí a pessoa se entusiasma, compra o bendito, usa, e…tcham tcham tcham tcham…necas daquele efeito mágico.

Decepção total. Nadinha de nada.

Somente dinheirinho (ou dinheirão) gasto à toa.

Estou pensando seriamente em começar a fazer estes testes aqui, sabem? Será que ajudaria o povo de mais de 50 anos? Já que tenho 54 anos, pele mais envelhecida e todas aquelas consequências clássicas da menopausa?

Acho que vou tentar…

Rouge, manteiga de cacau e pó de arroz

pó de arroz

Ultimamente, como já é do conhecimento de vocês, ando voltando (lentamente) a lidar com maquiagens e afins.

Daí que , naturalmente, procurando o que ainda tinha, encontrei inúmeros itens vencidos. Alguns com vencimento há anos, inclusive. Então, tendo que nos atualizar, fomos às pesquisas.

E agora a descoberta. Ou a gente entende um pouco de inglês, ou fica boiando nos nomes e nas aplicações. Porque maior parte das empresas de cosméticos e tratamentos resolveu que, mesmo estando no Brasil, fica mais bonito (?) chamativo(?) ou sei lá o que, colocar os nomes dos produtos em inglês. Algumas empresas, até, colocam nomes franceses. Mais chique, talvez.

Mas o problema é que daí a gente não entende.

Tudo bem que não precisa continuar com aqueles nominhos chinfrins que dão título a este post. Mas precisa mudar tudo? Prá poder hidratar os lábios (nesta secura de clima), precisa pedir um balm? Um pó solto tem que ser um powder sei lá das quantas? Um pó que também é base agora é Duo qualquer coisa.

Olha, que mudassem os nomes. Eu aceito e até acho legal. Mas precisa ser tudo em inglês ou francês?

Porque assim está ficando difícil, sabe? Prá comprar um simples batonzinho estou tendo primeiro que pesquisar na internet prá entender como pedir e não passar vergonha.

Empresas queridas, por favor. Pensem um pouco na gente que não é bi ou trilingue, ok?

Grata.

Aquela gaveta cheia de maquiagem.

Nestes dias de saudades, lembrei de uma pessoa que também foi muito importante na minha vida, além daquela que citei em meu post no outro blog. A que citei no outro post é mais que especial. A do poste de hoje foi e será sempre querida.

Pois bem, esta, da qual me lembrei agora, posso citar-lhe o nome. Lurdes. Não Lourdes, simplesmente Lurdes. Ela era uma morena muito querida, humilde, de uma religiosidade exemplar, mas que nunca tentou me “doutrinar” para que eu passasse a seguir a religião que ela seguia. Mas o mais curioso na biografia dela é que, sendo evangélica, de uma confissão que não permitia o uso de maquiagens, ela era vendedora de cosméticos numa grande rede de farmácias da minha cidade. E como demonstradora, ela tinha que usar os produtos. Ela sofria, mas sempre, antes de sair prá casa, ela tirava tudo. Sei que era um sofrimento muito grande prá ela, mas não tinha como ela sair deste trabalho, pois a remuneração era excelente e ela era, além de tudo, meio arrimo de família.

E daí, como demonstradora, ela ganhava amostras de todos os produtos que vendia. E não eram estas amostrinhas diminutas que se ganha hoje, não. Amostras, naquela época, eram unidades normais dos produtos. E como ela não os usava fora do local de trabalho, e neste havia as amostras para demonstração (além das que ela ganhava prá ela), prá quem ela os dava? Advinharam. Prá mim. Por diversas vezes, minha mãe, fuçando minhas gavetas, achava aquela montoeira de maquiagem, me dava uma bronca danada pelo excesso de dinheiro gasto com estas superficialidades, e não havia quem a convencesse que eu as havia ganho. Acho que até hoje ela não acreditaria.

Mas amigas, se vocês acham que quando eu falo “muito”, estou falando numa mísera gavetinha, erraram. A minha gaveta era muito, mas muito grande mesmo. E eram somente marcas famosíssimas, e que até hoje ainda existem, pelo menos a grande maioria. E, daqueles produtos, muitos eram importados, imaginem. Lembro de algumas, como Helena Rubinstein, Max Factor, Revlon, dentre muitas outras.

Naquele tempo, jamais, em tempo algum, alguém me via de “cara limpa”. Eu usava mesmo. E melhor, usava direito, porque ela me ensinava tudo. Passo a passo.

Uma maquiagem que hoje é ultrapassada, é verdade, mas que naquela época era um sucesso total.

Depois de um tempo, quando fui morar no nordeste, principalmente, com o calor de lá, e com minha pele ultra, super, hiper oleosa, fui abandonando aos poucos, até perceber que, de tudo, eu havia passado a usar tão somente um batonzinho, um blushezinho e um rimelzinho, e olhe lá. E isto somente quando estava muito, mas muito animada mesmo.

Mas, como tudo um dia muda, de repente, eis-me novamente às voltas com eles. Os produtos de maquiagem. Ando procurando me reciclar. Porque agora sou uma semi idosa, e por isso, não posso mais fazer as loucuras que fazia. Ou usar as coisas do jeito que usava.

No mínimo, no mínimo, eu seria taxada de velha ridícula. Embora eu ache, com toda sinceridade, que ninguém deveria se meter no que faço, penso, ou uso. Mas enfim…Vamos nos adaptar aos tempos, né?

Já tenho 53 e não sei me maquiar

Bom, pelo menos, não como desejaria saber.

A minha filha Renata tem um blog muito legal, o Quero ficar bonita, que fala exatamente sobre isto. Ela despertou para a necessidade de uma maquiagem melhor, mais bem feita, mais elaborada do que sempre usou.

No blog dela, ela fala de produtos próprios. Mas prá nossa idade, nada. Eu gostaria de poder saber mais, e aplicar mais, então, o que aprendi.

Hoje, pela manhã, estávamos falando exatamente sobre isto, sobre maquiagem para pessoas mais velhas, sobre uns produtos que gostaríamos de comprar, e falávamos sobre os produtos que uma moça, a Marina, do 2beauty, usa. Alguns inclusive que a mãe dela produz. Os vídeos desta menina são muito bons, extremamente didáticos. Dá de aprender bem. Prá mim, aliás, é, senão o melhor, um dos melhores que tem por aí.

E não é que, no meio da conversa com a minha filha, recebo uma twittadazinha da Marina? Fui ver e ela falava ter sugerido prá mãe dela lançar uma coluna no blog exatamente prá nossa idade? E que fale sobre maquiagens, cremes e afins. Achei sensacional, principalmente pelo que ela poderá nos ensinar.

Agora, vou pegar minha maletinha com os produtos que já tenho, e tentar fazer uma maquiagem basiquinha com o que aprendi vendo a Marina, embora minha base tenha vencido, daí que não vou poder usá-la.

Vou tentar fazer, minha filha Marina (coincidência, não?) vai fotografar, e outro dia coloco as fotos no blog.

Podem ter certeza. Se por acaso eu conseguir, é sinal que qualquer uma vai conseguir também.

Porque, se como dizem, eu tenho duas mãos direitas prá artesanato, prá maquiagem até os pés são esquerdos.

Até.

Eu vou indo que a caravana passa, como já diria Ibrahim Sued, aquele, sabe?