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	<title>Não nasci ontem &#187; Geral</title>
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	<description>Coisas que pensei ou gostaria de ter pensado.</description>
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		<title>A cafeteira da minha mãe</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 17:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha mãe querida faleceu há 3 meses. A dor ainda é imensa. Quem já passou, sabe o que é. Ela nos deixou alguns bens materiais, coisa pouca pro bando de filhos (oito). Nada de valor extremo. Mas eu pedi, meus irmãos concordaram, e eu trouxe prá mim uma cafeteira pequena, meio acabadinha, manchada, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><div id="attachment_382" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/02/foto-pro-blog1.jpg"><img class="size-full wp-image-382" title="a cafeteira da minha mãe" src="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/02/foto-pro-blog1.jpg" alt="a cafeteira da mãe e a xicrinha da vó" width="300" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">a cafeteira da minha mãe</p></div></center></p>
<p>Minha mãe querida faleceu há 3 meses. A dor ainda é imensa. Quem já passou, sabe o que é.</p>
<p>Ela nos deixou alguns bens materiais, coisa pouca pro bando de filhos (oito). Nada de valor extremo.</p>
<p>Mas eu pedi, meus irmãos concordaram, e eu trouxe prá mim uma cafeteira pequena, meio acabadinha, manchada, mas que prá mim, tô considerando um verdadeiro troféu.</p>
<p>Minha mãe era uma cientista social. Participou inclusive da elaboração do Estatuto do Idoso. Quando ela morreu, as bandeiras da Universidade Federal de Santa Catarina ficaram a meio mastro (ela foi professora e criadora de um Centro, lá), o que muito nos honrou.</p>
<p>E, talvez por isto mesmo, por trabalhar tanto com o cérebro, a parte dona de casa, digamos assim, era um total fracasso. Sabem aquela coisa de &#8220;comidinha da mamãe?&#8221; conosco não teve. Minha mãe era uma cozinheira sofrível. Mas quando ela punha uma coisa na cabeça, não havia quem tirasse a idéia dela. E uma das coisas que ela certa vez decidiu, é que iria acertar fazer café. Não café feito com café solúvel. Café café, como a gente diz. E ela fez. Primeiro numa cafeteirinha elétrica, que logo foi pro espaço. Depois ela comprou a cafeteira Bialetti, que tá na foto. Daí, todos que chegávamos na casa dela, éramos brindados com um cafezinho, inho inho. Porque a cafeteira dela era a menorzinha que tinha.</p>
<p>Ela acertou fazer café. E se não era com aquele coador de pano, nem com o de papel, mas pelo menos o café saía gostoso.</p>
<p>Por isto eu quis a cafeteira. Porque ela usava com gosto. E hoje, a cada cafezinho tomado (pena que o médico tenha pedido que eu tome o mínimo possível de café), lembro do carinho dela em preparar uma das únicas coisas &#8220;de casa&#8221; que ela fazia maravilhosamente.</p>
<p>Obrigada, mãe, pela herança. Que prá mim, a cafeteirinha tá valendo mais que qualquer outra coisa que a senhora nos deixou.</p>
<p>Um beijão, hoje e sempre.</p>
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		<title>Ai, meus ais&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:23:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estas 2 ou 3 últimas semanas tem sido chatérrimas. Ais e uis não saem mais da minha boca. Coisa chata além da conta sentir dor. Odeio. Com todas as letras em caixa alta. E o pior é nem saber onde, como ou porque as dores estão aparecendo. É coisa de semi idosa? Por favor, me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estas 2 ou 3 últimas semanas tem sido chatérrimas.</p>
<p>Ais e uis não saem mais da minha boca.</p>
<p>Coisa chata além da conta sentir dor. Odeio. Com todas as letras em caixa alta.</p>
<p>E o pior é nem saber onde, como ou porque as dores estão aparecendo.</p>
<p>É coisa de semi idosa? Por favor, me digam que não. Eu não estou preparada prá isto.</p>
<p>Velha, sim. Aliás, acho mais bonito ser chamada de velha que de idosa, mas enfim&#8230;Mas com dores, tá sendo um saco.</p>
<p>Semana que vem, devo saber o que tem me atormentado.</p>
<p>Se Deus quiser.</p>
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		<title>Sou brega, sim. E daí?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Eu acho que já disse isto aqui algumas vezes. Sou brega. Breguíssima, aliás. Adoro o que muitos chamam de breguice. Músicas lacrimosas, fotos de crianças ou idosos, roupas fora de moda, revistas antiquadas, e por aí vai. Mas eu gostaria de saber quem, ou o que determina que alguma coisa é brega. Porque, até onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que já disse isto aqui algumas vezes.</p>
<p>Sou brega. Breguíssima, aliás.</p>
<p>Adoro o que muitos chamam de breguice.</p>
<p>Músicas lacrimosas, fotos de crianças ou idosos, roupas fora de moda, revistas antiquadas, e por aí vai.</p>
<p>Mas eu gostaria de saber quem, ou o que determina que alguma coisa é brega.</p>
<p>Porque, até onde eu sei, gosto é gosto. E gosto não se discute, né?</p>
<p>Então, por que tenho que ser considerada brega? Porque meu gosto simplesmente não é igual ao dos outros. Mas só por isto? Sem justificativa.</p>
<p>Naturalmente, vou continuar do meu jeito. Não ligo prá moda ou modismos. Ligo somente pro que gosto e me é confortável.</p>
<p>E tenho dito.</p>
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		<title>A pousada</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Jan 2010 20:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[mar]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá. Como ando com a cabeça meio no mundo da lua, não falei ainda da minha nova vizinha. Uma pousada. Sim, caros amigos, uma pousada. Onde antes havia uma &#8220;casa de excursão&#8221;, agora existe uma pousada. Para quem não sabe, nestes confins em que vivo, casa de excursão é uma casa que tem alguns quartos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá.</p>
<p>Como ando com a cabeça meio no mundo da lua, não falei ainda da minha nova vizinha.</p>
<p>Uma pousada. Sim, caros amigos, uma pousada. Onde antes havia uma &#8220;casa de excursão&#8221;, agora existe uma pousada.</p>
<p>Para quem não sabe, nestes confins em que vivo, casa de excursão é uma casa que tem alguns quartos imensos, que acomodam muitas pessoas em cada um, que vivem entupidas de gente que vem de longe em busca de alguns dias na praia, ao sol.</p>
<p>Pois bem, a casa que havia antes foi demolida, e devo dizer, a bem da verdade, já foi tarde, porque a especialidade dela era receber turistas arruaceiros. (acho até que a polícia já sabia: tocava o nosso número na central, e eles já vinham automaticamente. eheheh).</p>
<p>Oh&#8230; mas as coisas mudaram. Agora construiram a pousada. Bonita, até. (com um certo esforço, a gente pode dizer isso). E agora, finalmente, turistas que, realmente, vieram atrás de praia, sol, divertimento e descanso, também.</p>
<p>Cada grupo fica em média uma semana. Claro que, naturalmente, óbvio, sem querer querendo, alguns grupos estão se esbaldando um pouco, mas nada que nos fizesse acionar os &#8220;puliça&#8221;.</p>
<p>Que ano tranquilo. Que verão gostoso. (embora o calor esteja de matar).</p>
<p>E que grupo bom está neste momento na pousada. Deve ter umas 30 pessoas. Sem gritaria (fora um bebê que chora diretooooo). Mas o mais legal. Acho que o povo faz parte de algum coral destes de comunidades, e eles cantam o dia todo. Repertório super variado. Muito bem mesmo. E, pelo menos até agora, se mostraram super afinados.</p>
<p>Benza Deus. Se continuar neste ritmo, meu verão estará salvo. Que venham quantos grupos quiserem. Serão bem recebidos.</p>
<p>E se precisarem, empresto até um pouco de açúcar.</p>
<p>Mas que continuem com a cantoria.</p>
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		<title>AMOR</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PORQUE ESTA MULHER É FANTÁSTICA E PORQUE ELA É MINHA MÃE.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">PORQUE ESTA MULHER É FANTÁSTICA</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-369" title="vó blog 1" src="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2009/10/vó-blog-1.jpg" alt="vó blog 1" width="500" height="500" /></p>
<p style="text-align: center;">E PORQUE ELA É MINHA MÃE.</p>
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		<title>Reencontrei minha melhor amiga. Sim.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 23:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Euzinha]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu falei que avisaria. Sim, minha amiga e eu conseguimos nos &#8220;comunicar&#8221;. Agora é tentar não nos perdermos de vista. E matar as saudades. Que são enormes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu falei que avisaria.</p>
<p>Sim, minha amiga e eu conseguimos nos &#8220;comunicar&#8221;. Agora é tentar não nos perdermos de vista.</p>
<p>E matar as saudades.</p>
<p>Que são enormes.</p>
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		<title>O pão e o tecido</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 19:06:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje lembrei de um assunto que me ocorre há bastante tempo. Eu amo pão. Pão de qualquer tipo. Doce ou salgado. Inteiro, fatiado, seja como for, gosto muito de pão. Assim como, por achar mágico a confecção de um tecido, durante um tempo razoável, trabalhei com máquinas de tecelagem. Não exatamente deste tecido fininho, era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje lembrei de um assunto que me ocorre há bastante tempo.</p>
<p>Eu amo pão. Pão de qualquer tipo. Doce ou salgado. Inteiro, fatiado, seja como for, gosto muito de pão.</p>
<p>Assim como, por achar mágico a confecção de um tecido, durante um tempo razoável, trabalhei com máquinas de tecelagem. Não exatamente deste tecido fininho, era de trico. Mas o princípio é o mesmo. Do entrelaçamento dos fios, nasce o tecido. Tecido este que também pode ser feito à mão.</p>
<p>E eu sempre penso na simplicidade que é a confecção de um pão ou de um tecido.</p>
<p>Para o pão, a farinha (seja trigo, mandioca ou o que for), água e fermento, que pode ser obtido da fermentação do próprio trigo. Eventualmente coloca-se sal ou açucar. Mas a base é farinha e água.</p>
<p>Para o tecido, um fio já basta, também havendo inúmeras opções de material. Hoje, aliás, até de garrafas plásticas já se faz um tecido.</p>
<p>Eu acho a transformação destes ingredientes básicos num alimento, ou numa vestimenta uma coisa maravilhosa.</p>
<p>Sempre se vê referencias ao pão e ao tecido quando se lê sobre a antiguidade. Quer dizer, o mundo evoluiu, mudou, cresceu, modernizou-se. Mas a essência da alimentação e do vestir não mudou. Acrescentamos, tão sómente, mais alguns elementos. Mas aquele alimento indispensável primordial, continua exatamente igual. Assim como o tecido, cuja maneira de ser tecido continua exatamente a mesma.</p>
<p>Eu agradeço sempre aos céus por este alimento maravilhoso, e pelo tecido que me protege do frio.</p>
<p>Não custa.</p>
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		<title>Especial</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 14:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
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		<category><![CDATA[aniversário]]></category>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-341 aligncenter" title="jg p blog" src="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2009/07/jg-p-blog2.jpg" alt="jg p blog" width="400" height="401" /></p>
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		<title>Gente, eu vi. E sobrevivi.</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 13:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[lua]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje minha filha chegou falando que na escola, uma professora deu uma lição em alguns alunos que faziam piadinhas e riam por conta da morte do Michael Jackson. Ela, a professora, com muita razão, falou a eles sobre a importancia dele para a música, sobre o que ele produziu, enfim, a revolução que ele causou. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje minha filha chegou falando que na escola, uma professora deu uma lição em alguns alunos que faziam piadinhas e riam por conta da morte do Michael Jackson.</p>
<p>Ela, a professora, com muita razão, falou a eles sobre a importancia dele para a música, sobre o que ele produziu, enfim, a revolução que ele causou. Falou, inclusive, sobre as questões da justiça.</p>
<p>Daí que me toquei prá uma coisa. Quantas coisas aconteceram no mundo e eu acompanhei? Comecei a me lembrar e foi muita, mas muita coisa mesmo. Algumas de maior, outras de menor importância. Mas cheguei à brilhante conclusão de que a minha geração foi de fato muito privilegiada.</p>
<p>Quer exemplos? Bom, eu acompanhei Elvis Presley no auge, vi surgir Michael Jackson, Beatles, Rolling Stones, Roberto Carlos e muitos outros, na musica. Aliás, na musica como um todo, houve a revolução dos discos. Aqueles bolachões que a gente ouvia de um lado, levantava prá trocar o lado quase não existem mais. Aliás, o que veio atrás deles, os cd&#8217;s, me parecem que também já estão com os dias contados, não é?</p>
<p>Acompanhei o primeiro transplante de coração no mundo, feito pelo dr. Barnard. E no Brasil, feito pelo dr. Zerbini. Vi a primeira criança a nascer pelo método de fertilização artificial, o então chamado bebê de proveta, Louise, vi os avanços em outros transplantes, assim como vi o surgimento de doenças terríveis, como a Aids, e o aumento do número de pessoas com câncer.</p>
<p>Vi o surgimento da consciênca ecológica (embora com alguns exageros por parte de alguns), mas também vi aumentar a fome no mundo.</p>
<p>Vi o homem chegar à lua. E, sinceramente, não acredito nas teorias que dizem que o homem na lua teria sido uma montagem dos americanos.</p>
<p>Vi a tecnologia possibilitar que os telefones fossem diminuindo de tamanho e surgirem os celulares. E as máquinas fotográficas, então? Antes um trombolho, pareciam pedaços de paralelepípedo. Hoje pesam tanto quanto um controle remoto de televisão; esta aliás, que eu cheguei a assistir em preto e branco, e as transmissões não eram ao vivo. Eram em vídeo tape. Gravadas.</p>
<p>E vi, também, o surgimento disto que me permite estar aqui agora falando com vocês. O surgimento dos computadores pessoais e da internet, que possibilitaram as comunicações no mundo.</p>
<p>Quase que eu esqueço. Eu também vi a virada do  ano 1999 para o 2000.</p>
<p>Caramba, eu vi muita coisa, mesmo.</p>
<p>E sobrevivi.</p>
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		<title>Ladrão de peixes. (eu queria ter escrito isto)</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 14:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[ilha]]></category>
		<category><![CDATA[manezinhos]]></category>
		<category><![CDATA[tainhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu li este texto há meses no DC (Diário Catarinense) e achei tão legal, que guardei prá dividir um dia com voces. O autor seria Laércio de Mello Duarte, baseado numa história imputada a Rui Barbosa sobre um ladrão de patos. Vamos lá,  à versão manézinha. &#8220;No final do arrastão, quando milhares de tainhas pulavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu li este texto há meses no DC (Diário Catarinense) e achei tão legal, que guardei prá dividir um dia com voces.</p>
<p>O autor seria Laércio de Mello Duarte, baseado numa história imputada a Rui Barbosa sobre um ladrão de patos. Vamos lá,  à versão manézinha.</p>
<p>&#8220;No final do arrastão, quando milhares de tainhas pulavam nas areias da praia, um rapaz surrupiava algumas e já se esgueirava entre a multidão que ali estava, assistindo à bela cena do triunfo dos manezinhos pescadores, quando foi interpelado por um deles, que, largando o balaio na areia, correu e disse-lhe:</p>
<p>Ó, lhó, lhó, rapagi, tás tolo, istepô, intiquento, miserento, disgraçado! Tás querendo uma camaçada de pau, sô amarelo? Num tô ti parando pelo valori das tainha, cadiquê tem peixe a migueli, magi pramode di ti dizê prá ti, caqui na Ilha num tem genti da tua parecença. Si tás brocado e maleixo, tudo bem, é só pedi qui nós dãmu: magi si é a farsafé, e di malinagi prá engabelar e morcegar nós, qui tamo aqui di sóli a sóli, no maió saragaço, ti acarqueto os zóio, ti enfenco a mão nas venta e ainda chamo os meganha prá ti alevá!</p>
<p>O rapaz, ainda meio atordoado, pergunta baixinho:</p>
<p>- Meu caro pescador, afinal, eu levo ou não levo os peixinhos?&#8221;</p>
<p>Quem necessitar de tradução, é só falar&#8230;</p>
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