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Twittando

Já falei no meu outro blog, sobre o twitter. Ou melhor, sobre a possibilidade que o twitter nos dá de acompanhar algumas coisas interessantes que estão acontecendo.

As informações são curtas, rápidas, no momento.

Tô gostando. Já sigo algumas pessoas (é assim que falam), algumas já deixei de seguir (ou eram muito repetitivas ou muito chatas, mesmo). Vez por outra adiciono mais alguém.

Prá quem gosta de notícias rápidas, tipo manchetes apenas, é ótimo.

Recomendo prá quem não é muito chegado a ler textos muito longos. Há um numero máximo de caracteres, o que torna a coisa mais ágil.

Procurem conhecer. Vocês podem começar seguindo alguém que conheçam e que já esteja no twitter. Peçam as informações a quem conhecem.

Eu recomendo.

Por favor, parem com tanto inglês.

Adoro internet.

Infelizmente demorei muito a me entender com ela. Eu sempre morri de medo de fazer besteira. Continuo com medo, aliás, mas pelo menos agora, com o meu próprio computador, fica mais fácil. Se eu errar, não tem zebra. Se eu fizer uma caquinha muito grande e der pau, tudo bem. Não estarei detonando o trabalho de ninguém.

E o medo faz coisa, muito mais do que a gente pensa.

Por exemplo.

Meu inglês é o de escola. Meio mequetrefe. Aliás, bem mequetrefe.

Não que meus professores não se esforçassem em nos ensinar direito. Eu, particularmente, tive excelentes professores. Mas nunca gostei muito de inglês. Sempre preferi o francês. (acho o som desta língua muito mais bonito). E além disso, naquela época, (meu tempo, lembram?), cursos de inglês eram muito caros. Eram coisa prá elite, mesmo. E hoje, mesmo com os cursos bem mais acessíveis, os filhos tem preferencia no aprendizado.

E a consequência é desastrosa.

As instruções na internet são, senão todas, a grande maioria em inglês. Sites legais que nos são indicados são, em que lingua?, inglês. E o pior. Muito pior. No twitter, que eu adoro, muita gente fica colocando minimensagens como? EM INGLÊS.

Pessoinhas, parem com isto. Ou pelo menos, diminuam um pouco tanto inglês. Mesmo com um dicionário do lado, não dá. É muita coisa.

Tem gente que eu sigo no twitter, que eu adoro. Mas estou pensando em desistir. É uma frase em português, outra em inglês. Uma em português, duas em inglês. Mas eu estou no Brasil, bem ou mal. Bom ou mau que ele seja.

Por favor, me ajudem.

Ajudem esta semi idosa a entender melhor o que lê.

Ou tenta ler.

Me ajudem a não ficar boiando, e me sentindo vocês sabem o que…

Internet para atrapalhados

Já falei que agora estou no twitter também.

Por enquanto só observando o comportamento do povo. Lendo o que e como escrevem.

São bem poucas adições, tô indo bem devagar. Aliás, bem devagarinho, mesmo.

É gozado, pessoas que a gente não conhece, nem sabe que existe (naturalmente) te pedem a adição.

Como sou meio chata, a primeira coisa que observo é como a pessoa escreve. Sem discriminação por causa do português, não. Eu aceito até o internetês. Só não aceito português muito errado. Sempre tenho a impressão de que, se alguém escreve muito errado, é porque também pensa muito errado. Coisa minha.

Mas o que interessa hoje é a internet. Ou tudo que podemos absorver de bom através dela. Como o orkut, por exemplo, onde a gente pode encontrar amigos ou conhecidos que não encontramos há muito tempo. Eu mesma já localizei pessoas que eu jamais poderia rever não fosse o orkut. Outra coisa é este tal de twitter. Li sobre ele, não entendi bulhufas, pedi a ajuda da minha filha, e hoje já começo a utilizá-lo.

Mas só pude fazer isto porque alguém com muita, mas muita paciência mesmo, conseguiu me colocar no ar. Foram passos explicados uma, duas, tres, até quatro vezes. Bem devagarinho. Passinho por passinho.

Se eu fosse me aventurar sozinha, teria sido impossível.

Por que, pergunto eu, quando aparece uma novidade na internet, não aparece alguém atrás com uma explicação simples, básica, para que nós, os lesadinhos, possamos usar as ferramentas?

Parece que hoje, tudo é pensado prá quem já entende bem de tudo na internet.

Mas e nós? Nós que não entendemos muito, como ficamos?

Eu tenho quem me ajude. Alguém, como já falei, com muita paciência. (ou muito juizo, talvez).

Mas, e quem não tem?

Estou no Twitter

Hoje entrei prá mais uma nova tecnologia.

Entrei no twitter.

No fim de semana li uma reportagem sobre twitter numa destas revistas semanais ditas sérias, e não entendi lhufas. Pedi explicações a quem de direito (minha filha mais velha, que aliás, ganhou novamente um prêmio numa promoção de frases), consegui entender, pelo menos o básico, que o resto a gente vai entendendo à medida que vai usando, e lá estou eu.

Agora, além destas coisitas que penso e coloco aqui, teremos notícias breves, ou mais urgentes, caso sejam.

E quem, por acaso, quiser me mandar notícias também, esteja à disposição.

Hoje, vou tentar aprender mais.

Depois conto mais coisas prá quem eventualmente estiver interessado.

Até.