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	<title>Não nasci ontem &#187; Comportamento</title>
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	<description>Coisas que pensei ou gostaria de ter pensado.</description>
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		<title>4000 km prá que mesmo?</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 21:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Embora tenha um quê de surreal, esta história aconteceu de fato. No dia das mães de 1993, recém chegados a uma cidade no oeste de Santa Catarina, fomos convidados a almoçar na casa de um colega de trabalho a quem ainda não havíamos sido apresentados, visto que ele havia chegado de férias naquele fim de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Embora tenha um quê de surreal, esta história aconteceu de fato.</p>
<p>No dia das mães de 1993, recém chegados a uma cidade no oeste de Santa Catarina, fomos convidados a almoçar na casa de um colega de trabalho a quem ainda não havíamos sido apresentados, visto que ele havia chegado de férias naquele fim de semana.</p>
<p>Fiz um prato, que não lembro qual (porque não gosto de chegar na casa de alguém de mãos vazias), e fomos ao bendito almoço. Em lá chegando, fomos recebidos muito bem pela dona da casa. Porém seu marido, mostrava-se extremamente irritado. Sabe quando fica um clima meio estranho, um mal estar geral? Pois bem, este era o clima.</p>
<p>Com o tempo passando, e depois de uma boa quantidade de vinho e cerveja, o anfitrião começou a falar. E falou muito.</p>
<p>O motivo de tanta irritação? Bem, meu marido é cearense. E o rapaz tinha acabado de chegar de onde? Do Ceará. E começou a explicação.</p>
<p>Ele estava deveras irritado, pois, ao chegar a Fortaleza, ele não tinha conseguido achar uma churrascaria decente prá comer um churrasco bem gordo. Eu juro. Eu quase caí da cadeira. Faltou pouco. E não me contive. (e por isso passamos quase 3 anos trabalhando juntos sem nos tolerarmos muito).</p>
<p>Perguntei prá ele qual era o sentido de alguém se dispor a viajar quase 4000 km de ônibus (excursão), ir prá uma cidade litorânea, em que o forte gastronômico é frutos do mar, e querer comer somente churrasco gordo? Como assim? Onde estava a lógica disto? Seria como um cearense vir prá cá e pedir prá comer somente lagostas maravilhosas como as de lá, que aqui não tem mesmo. (sou daqui e afirmo isso).</p>
<p>Eu ainda argumentei com ele que em Fortaleza havia muita churrascaria boa, nós mesmos conhecíamos várias. E ele nos contra-argumentou que até tinha, mas as carnes não eram gordas o suficiente.</p>
<p>Realmente não entendo como alguém passa tanto tempo na estrada, e quando chega ao seu destino, ao invés de procurar conhecer os costumes, cores e sabores do local que está visitando, não aceita se desapegar do que deixou em casa. Francamente, viajar tanto prá comer o que como em casa? E ainda falando mal do local visitado?</p>
<p>Então prá que, hein? Que fique em casa, não atrapalhe os outros (porque ele passou a viagem toda enfezado), economize o dinheiro da viagem, e continue na sua ignorância cultural.</p>
<div id="attachment_565" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/08/churrasquinho-de-inverno1.jpg"><img class="size-full wp-image-565" title="churrasquinho de inverno" src="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/08/churrasquinho-de-inverno1.jpg" alt="" width="450" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">mini churrasquinho de inverno. em 2010.</p></div>
<p>Ps.: esta foto aí de cima é de um churrasquinho feito num dia super frio, e é só prá dar uma vontadezinha em todo vocês.</p>
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		<title>É assim&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Aug 2010 20:10:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Comecei a escrever neste blog há bastante tempo. Mas nunca havia me preocupado muito em divulgá-lo, porque pensava, como objetivo, que ele serviria tão somente prá que um dia meus filhos, ou pessoas que tivessem passado pela minha vida, pudessem ter uma melhor idéia do que eu sou ou penso. Mas há poucos dias, algo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a escrever neste blog há bastante tempo. Mas nunca havia me preocupado muito em divulgá-lo, porque pensava, como objetivo, que ele serviria tão somente prá que um dia meus filhos, ou pessoas que tivessem passado pela minha vida, pudessem ter uma melhor idéia do que eu sou ou penso.</p>
<p>Mas há poucos dias, algo estalou na minha cabeça.</p>
<div id="attachment_515" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/08/assim-se-deu-o-estalo.jpg"><img class="size-medium wp-image-515" title="assim se deu o estalo" src="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/08/assim-se-deu-o-estalo-300x227.jpg" alt="" width="300" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">assim se deu o estalo. ou quase.</p></div>
<p>Percebi que estava sendo extremamente egoísta em não divulgar meus escritos. E explico.</p>
<p>Eu leio muitos blogs, muitos mesmo. E um aparte: somente agora também percebi a importância que tem para alguém que escreve, saber que outros o leem. Por isto tenho me cadastrado nos blogs que ando lendo. Mas voltando. De muitos destes blogs que leio, sempre tiro alguma coisa para a minha vida. São informações, conhecimento, palavras que já me ajudaram muito.</p>
<p>Então, por que eu não deveria fazer o mesmo? Pois, de repente, uma palavra minha poderia ser importante para alguém. Um pensamento poderia desencadear uma atitude que poderia dar um novo impulso à vida de alguém. Não é prepotência ou altivez de minha parte. É a simples constatação de que se tantos me ajudaram, por que eu não poderia também ajudar alguém?</p>
<p>E daí que decidi abrir a guarda.</p>
<p>Mudamos o aspecto do blog, ele ficou levinho e clarinho. Do jeitinho que eu sempre pensei.</p>
<p>Colocamos a possibilidade de as pessoas se cadastrarem para me seguir e receber mensagem avisando de novo post.</p>
<p>Este estalo foi incrível. E eis-me aqui, colocando-me à disposição de todos.</p>
<p>Terei um imenso prazer em receber seus recados, e sempre que possível, irei respondê-los.</p>
<p>Obrigada por me lerem&#8230;</p>
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		<title>A rainha e as outras</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Aug 2010 18:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[rainha]]></category>
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		<description><![CDATA[Já falei em outros posts que adoro revistas antigas. Mais ou menos antigas, tanto faz. E há uma que gosto, particularmente. É a revista Telva, uma revista das ditas &#8216;femininas&#8217;, editada e publicada em Espanha. Pois bem, revendo uma das edições, a de novembro de 2008, nr. 835, edição comemorativa dos 45 anos da revista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já falei em outros posts que adoro revistas antigas. Mais ou menos antigas, tanto faz.</p>
<p>E há uma que gosto, particularmente. É a revista Telva, uma revista das ditas &#8216;femininas&#8217;, editada e publicada em Espanha.</p>
<p>Pois bem, revendo uma das edições, a de novembro de 2008, nr. 835, edição comemorativa dos 45 anos da revista, uma foto me chamou a atenção.</p>
<p>Numa determinada reportagem, foram fotografadas mulheres que fizeram parte da história da revista e tal, e uma das primeiras fotografias era da rainha Doña Sofia, de Espanha. Maravilhosa, com um lencinho preso na cabeça e uma bata daquelas bordadas à mão. Majestosamente simples. Maravilhosa. Mas nem por isso menos &#8220;real&#8221;. Em seguida, muitas fotos de outras mulheres, mas estas, ai meu Deus, mais peruas e bossais impossível. A grande maioria em vestidos carésimos, profusão de jóias, cabelo absolutamente arrumado. Chiques? Talvez.</p>
<p>E aí, comparando, a simplicidade de uma verdadeira rainha (em seu mais puro sentido) e a altivez de mulheres que se acham majestades, e que pensam que o dinheiro e o poder lhes conferem realeza, pode-se perceber que a nobreza está no comportamento, no caráter, na humildade em saber viver.</p>
<p>Parabéns à rainha Doña Sofia. E se eu já a admirava, passei a admirá-la mais ainda.</p>
<p>Chique no último, como diria alguém&#8230;</p>
<div id="attachment_503" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/08/capa-da-revista-e-rainha.jpg"><img class="size-medium wp-image-503" title="capa da revista e rainha" src="http://naonasciontem.com/wp-content/uploads/2010/08/capa-da-revista-e-rainha-300x232.jpg" alt="" width="300" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">capa da ed.835 da Telva e a foto de Doña Sofia que me impressionou</p></div>
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		<title>Só um fone de ouvido?</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Jul 2010 19:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Minha filha acabou de chegar e me trouxe um fone de ouvido. Um daqueles como o que telefonistas usam, externo. Porque aqueles pequeninhos comigo não dá certo. Eles não prendem na orelha, caem toda hora, e eu vou ficando braba. E daí, jacaré? Daí que agora vou poder ouvir as músicas que quiser, sem atrapalhar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha filha acabou de chegar e me trouxe um fone de ouvido. Um daqueles como o que telefonistas usam, externo. Porque aqueles pequeninhos comigo não dá certo. Eles não prendem na orelha, caem toda hora, e eu vou ficando braba.</p>
<p>E daí, jacaré? Daí que agora vou poder ouvir as músicas que quiser, sem atrapalhar o ser vivente que estiver ao meu lado, querendo, por exemplo, ouvir/ver televisão.</p>
<p>Vou poder ouvir bem alto (embora seja mais adepta de um som baixinho), todas aquelas músicas chorosas que amo. Todos os pianos tocados bem ou mal, todos os chorinhos, todos os cd&#8217;s do André Rieu (que eu ouço todo santo dia, e que estou ouvindo agora, por sinal), Andrea Bocelli&#8230;</p>
<p>Liberdade, teu nome é fone de ouvido&#8230;</p>
<p>E que não toque o telefone ou alguém clique a campainha agora, porque não vou escutar mesmo.</p>
<p>Agora sou só eu e minhas músicas.</p>
<p>Pronto.</p>
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		<title>Deixar chorar? Nem pensar&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 19:49:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há tempo, algo como uns 15 anos, eu via na televisão, não lembro em que programa, um psicanalista meio velhusco, com uma voz chatérrima, que, ao meu ver, falava umas coisas absurdas. A bem da verdade, até hoje não entendi porque eu assistia este bendito dar suas opiniões. Mas ok. Eu via, e agora não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há tempo, algo como uns 15 anos, eu via na televisão, não lembro em que programa, um psicanalista meio velhusco, com uma voz chatérrima, que, ao meu ver, falava umas coisas absurdas. A bem da verdade, até hoje não entendi porque eu assistia este bendito dar suas opiniões.</p>
<p>Mas ok. Eu via, e agora não tem como explicar. Na época meu filho era um bebê, e como todo bebê, às vezes chorava. E eu sempre procurava verificar o que estava acontecendo. Se não descobrisse o que estava acontecendo, eu o pegava no colo, e procurava acalmá-lo no embalo, aquele vai-e-vem que tranquiliza o mais intranquilo dos seres.</p>
<p>Pois aquele senhor que mencionei acima, sempre, sempre mesmo que se referia a choro de bebê, dizia que não se devia correr prá ver o que o bebê queria/sentia, e nunca, jamais, pegá-lo no colo. Como se, por pegá-lo no colo, os pais fossem desviá-lo de boas condutas no futuro. Eu odiava quando ele falava isso. Prá que deixar uma criança chorar, meu Deus? Maldade.</p>
<p>Pois bem, alguns dias atrás eu o vi na televisão admitindo que errou. Que o colo é um dos maiores fatores de aproximação entre pais e filhos, e outras coisitas mais. Daí me questionei: e como ficaram aquelas crianças cujos pais, por inexperiência, por confiança nele, ou seja lá porque, acreditaram na sumidade que lhes dizia aquelas barbaridades? Segundo ele, hoje, observando crianças cujos pais ele aconselhava, percebeu que as crianças são tristes, envergonhadas, sem iniciativa etc. Ele pediu desculpas. Simples assim.</p>
<p>Lembrei deste caso pois hoje, num programa matutino na televisão, vi um pediatra falar que todo choro tem um porque, triste, doído, alegre ou de manha. E disse mais, que é mais fácil para os pais saberem o que um filho tem pelo simples interpretar do choro, e que, maioria das vezes, o &#8220;diagnóstico&#8221;dos pais é o que o médico constata depois, quando se trata de saúde.</p>
<p>Resumindo, acho que profissionais, de todas as áreas, deveriam ouvir mais o que pais e mães falam sobre seus filhos. E não simplesmente aplicar a teoria que aprenderam, pois a teoria muitas vezes não bate com a realidade.</p>
<p>Aliás, neste quesito, sempre tive sorte. Todos os pediatras pelos quais meus filhos passaram, pensavam como eu. E sempre aprovaram o colinho, o chazinho, o beijo e o abraço.</p>
<p>E assim foi.</p>
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		<title>Era uma vez uma máquina fotográfica</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 21:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Lá no título eu disse: uma máquina, não uma câmera. Sou, sim, do tempo em que câmeras eram tão somente máquinas. Até hoje uso mais este termo. Tem quem ria de mim, mas enfim, fazer o que, né? Entender estes pobres de espírito. Ahahahahahah. Pois bem, eu sempre gostei de tirar (bater) fotos. Adoro. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lá no título eu disse: uma máquina, não uma câmera.</p>
<p>Sou, sim, do tempo em que câmeras eram tão somente máquinas. Até hoje uso mais este termo. Tem quem ria de mim, mas enfim, fazer o que, né? Entender estes pobres de espírito. Ahahahahahah.</p>
<p>Pois bem, eu sempre gostei de tirar (bater) fotos. Adoro. Não sou muito chegada em filmagens. Agora, fotos, amo. Captar aquele instante, o momento, sem pose, sem preparação. Não tem preço.</p>
<p>Ontem, por exemplo, fomos almoçar na casa do meu genro querido. Tirei algumas fotos. E quando cheguei em casa, em questão de 5 minutinhos, eu já estava enviando para os pais dele as fotos. Tudo instantâneo.</p>
<p>E enquanto eu as mandava, conversava com minha filha mais nova. Contava a ela que, há menos de 10 anos (mais ou menos) isto seria impossível. Teríamos que esperar pela segunda-feira prá mandar revelar o filme. Esperar prá ver quais fotos ficaram boas, mandar fazer cópias das que queríamos, e daí, sim, enviar pelo correio ou ir entregar as fotos. (mas, neste caso, por exemplo, eles moram em outra cidade). Minha filhota ficou me olhando com uma carinha surpresa. Porque, embora ela conheça as fotos impressas, nunca tinha se apercebido da trabalheira e do tempo que levava prá ver as fotos que havíamos tirado.</p>
<p>E daí, lembram quando o filme emperrava na máquina? ou quando o flash ficava errado? ou não tínhamos fechado bem a tampa do compartimento do filme e ele velava todinho?</p>
<p>Hoje a gente ri. Mas naquele tempo, dava uma dor ver o resultado ruim de fotos de acontecimentos que não se repetiriam&#8230;</p>
<p>Mas agora, o progresso está em nossas mãos. Não gostou da foto? apaga na hora. Se não for o caso, joga no computador e com um programa, &#8220;arruma&#8221; as fotos, e elas ficam aquele espetáculo.</p>
<p>Hoje está tudo mais fácil, mas que aqueles tempos eram mais românticos, eram.</p>
<p>Afinal, as surpresas faziam parte&#8230;e que surpresas&#8230;</p>
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		<title>Domingo no shopping? Nunca mais&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 21:23:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[parque de diversão]]></category>
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		<description><![CDATA[Fim de semana passado, resolvemos aproveitar e ir a um shopping de uma cidade próxima para abastecer o armário dos filhos com roupas de meia estação. Afinal, adolescente cresce. E como cresce. Após almoçar, e muito bem, num restaurante que daqui a alguns dias vai merecer um post só prá ele (não será propaganda, não, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fim de semana passado, resolvemos aproveitar e ir a um shopping de uma cidade próxima para abastecer o armário dos filhos com roupas de meia estação. Afinal, adolescente cresce. E como cresce.</p>
<p>Após almoçar, e muito bem, num restaurante que daqui a alguns dias vai merecer um post só prá ele (não será propaganda, não, será minhas impressões), nos dirigimos ao bendito shopping.</p>
<p>Se eu soubesse, ah, se eu soubesse&#8230;</p>
<p>Jamais teria colocado meus pézinhos 36 naquele lugar, naquela hora, naquele dia da semana.</p>
<p>Tudo bem que shopping é prá comprar, comer, se divertir. Mas muitos pais estão confundindo e transformando o ambiente em parque de diversão prás crianças. E pior, são justamente as crianças mais mal educadas que já vi. A correria, esbarrões, palavrões, sujeira que vi me fizeram entrar na loja programada para as compras, fazê-las, e ir embora correndo.</p>
<p>Que horror. Que falta de educação, sensibilidade, civilidade. E o pior, maioria dos pais destas crianças achando a maior graça, tirando fotos das barbaridades que os filhos cometiam, se deleitando, enfim, com a falta de educação que eles mesmos transmitem aos filhos.</p>
<p>Se Deus permitir, nunca mais vou a um shopping no domingo. Fiquei verdadeiramente traumatizada.</p>
<p>Prá nunca mais.</p>
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		<title>Se fosse tão simples&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 20:59:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Adoro ler. Leio tudo. Livros, revistas, folhetos, manuais, até bulas de remédio. Adoro. Mas tenho uma certa predileção por revistas &#8220;antigas&#8221;. E uma destas me caiu nas mãos hoje. E tinha lá, prá variar, uma reportagem daquelas sobre como envelhecer com saúde, beleza e outros que tais. Tudo muito simples e muito básico. Alimentação correta, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro ler. Leio tudo. Livros, revistas, folhetos, manuais, até bulas de remédio. Adoro.</p>
<p>Mas tenho uma certa predileção por revistas &#8220;antigas&#8221;.</p>
<p>E uma destas me caiu nas mãos hoje. E tinha lá, prá variar, uma reportagem daquelas sobre como envelhecer com saúde, beleza e outros que tais.</p>
<p>Tudo muito simples e muito básico. Alimentação correta, esportes, tratamentos estéticos, consultas médicas com uma certa regularidade, e por aí afora.</p>
<p>Simples, não é?</p>
<p>Não, não é. Alimentação eu tento e, parece, estou conseguindo. Tratamentos estéticos não tenho nem nunca tive muita paciência, muito menos $$$, médicos vou não preventivamente, e nisto quero melhorar. Agora, esportes? Não, de jeito nenhum. Acho muito lindo, sensacional, mas pros outros. Prá mim, decididamente, não. E sei que isto acaba atingindo meus filhos também, porque acabo não dando a eles o exemplo. Mas odeio, prá mim, esportes. Odeio. Não adianta o cardiologista mandar, nem o geriatra. Não faço esportes mesmo.</p>
<p>Não sei quanto tempo de vida vou ter a menos por não praticar esportes, mas seja quanto for, não vou me preocupar com isto. Me preocupo mais sendo feliz e tentando fazer quem estiver perto de mim feliz.</p>
<p>Este é meu exercício diário.</p>
<p>E pensam que não dá de queimar calorias? Dá sim. Se acham que não, experimentem fazer um almoço gostoso numa cozinha sem ventilador, quando a temperatura está batendo nos 40°.</p>
<p>Eh eh eh ehe eh&#8230;</p>
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		<title>Sou brega, sim. E daí?</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[brega]]></category>
		<category><![CDATA[breguice]]></category>
		<category><![CDATA[breguíssima]]></category>
		<category><![CDATA[gosto]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acho que já disse isto aqui algumas vezes. Sou brega. Breguíssima, aliás. Adoro o que muitos chamam de breguice. Músicas lacrimosas, fotos de crianças ou idosos, roupas fora de moda, revistas antiquadas, e por aí vai. Mas eu gostaria de saber quem, ou o que determina que alguma coisa é brega. Porque, até onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu acho que já disse isto aqui algumas vezes.</p>
<p>Sou brega. Breguíssima, aliás.</p>
<p>Adoro o que muitos chamam de breguice.</p>
<p>Músicas lacrimosas, fotos de crianças ou idosos, roupas fora de moda, revistas antiquadas, e por aí vai.</p>
<p>Mas eu gostaria de saber quem, ou o que determina que alguma coisa é brega.</p>
<p>Porque, até onde eu sei, gosto é gosto. E gosto não se discute, né?</p>
<p>Então, por que tenho que ser considerada brega? Porque meu gosto simplesmente não é igual ao dos outros. Mas só por isto? Sem justificativa.</p>
<p>Naturalmente, vou continuar do meu jeito. Não ligo prá moda ou modismos. Ligo somente pro que gosto e me é confortável.</p>
<p>E tenho dito.</p>
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		<title>A tal da etiqueta</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 18:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Beth Pinheiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando eu era mais nova, mas bem mais nova mesmo, estudava num colégio de religiosos. Ao entrarmos na adolescência, mais ou menos, fazíamos um curso de etiqueta. Na época, nos parecia um curso de uma inutilidade à toda prova, o que se provou o contrário à medida que o tempo foi avançando. Aprendemos, as meninas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando eu era mais nova, mas bem mais nova mesmo, estudava num colégio de religiosos.</p>
<p>Ao entrarmos na adolescência, mais ou menos, fazíamos um curso de etiqueta.</p>
<p>Na época, nos parecia um curso de uma inutilidade à toda prova, o que se provou o contrário à medida que o tempo foi avançando.</p>
<p>Aprendemos, as meninas, pelo menos, a sentar, cruzar as pernas com classe, usar os talheres corretamente, a falar em público, aprendemos até a andar. Meu curso foi , aliás, com ninguém mais ninguém menos que a maravilhosa Maria Augusta, uma mulher chiquérrima que preparava as misses, na época em que concurso de miss era tudo de bom.</p>
<p>Quanto mais velha fui ficando, mais fui valorizando o aprendido.  Nada foi desperdício. Nem o tempo de ensino, nem a utilização do que aprendi.</p>
<p>Etiqueta não é frescura, mesmo que às vezes pareça uma coisa boba. Pode até haver, embora eu não me lembre, uma ou outra regra que não mereça muito crédito ou elogio. Mas no geral, regras de etiqueta servem bem.</p>
<p>Aquela história dos talheres corretos. Eles servem prá nos ajudar na hora de cortar e levar um alimento à boca. Uma faca e um garfo corretos são excelentes ajudantes. Sabe aquela coisa da comida voando? Mais do que simplesmente  por um alimento &#8216;errado&#8217; sendo servido, é um  talher sendo usado incorretamente. ( ou até mesmo o talher errado posto à mesa).</p>
<p>Uma espátula para manteiga jamais cortará um pão, que aliás não se corta, parte-se com as mãos. Porém a gente usa uma faca de pão prá passar manteiga. Mas experimente usar o talher apropriado, e se você não tiver uma espátula para a manteiga, use pelo menos uma faca sem serrilhado. A manteiga deslizará muito melhor e com certeza seu pão não irá se transformar naquele amontoado de massa.</p>
<p>Regras quanto a comportamento e convivência. São outras que são destroçadas quando a gente é mais novo. Mas quando seguimos regrinhas básicas, a convivência se torna mais agradável e proveitosa.</p>
<p>O que custa ceder o lugar numa condução para alguém mais velho? Lembre-se que, se Deus pemitir, um dia você também será velho. E haverá de querer esta gentileza para consigo. Ceda lugar a gestantes. Pessoal, aquele peso na barriga desequilibra o mais equilibrado dos mortais. Não é fácil, e principalmente se o bebê é um daqueles agitadinhos. É chute prá tudo que é lado. E isto deixa a gente meio bamba. Não custa, pessoal, não custa.</p>
<p>E ainda pode acontecer de aquela menina ou menino em quem você tem ficado de olho, ver o seu gesto, gostar, aprovar, e você, além de ter sido extremamente educado com a pessoa a quem você cedeu o lugar, ainda vai ser hiper bem visto pela garota ou garoto. Ué, garoto, sim. Por que você pensou que menina não cede lugar? Acorda, a regra vale prá todo mundo.</p>
<p>Existem muitas outras regrinhas. Não as despreze. Antes de reclamar e não querer usá-las, que tal tentar primeiro? Posso garantir que não será tão difícil.</p>
<p>Tente.</p>
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