As agendas na minha vida

Demorei a me acostumar com agendas. Pelo que posso me lembrar, comecei a usá-las prá valer de uns cinco ou seis anos prá cá.

Não foi fácil me acostumar. Eu escrevia num dia e depois esquecia. Eram dias e dias no mais completo abandono.

Acho que porque a minha idéia de agenda ainda era aquela de menina. Agenda como diário.

Nunca antes eu havia necessitado anotar compromissos. Coisas a fazer. Sempre confiei na minha memória (e na do meu marido) e isto sempre funcionou.

Mas depois que montei minha lojinha, as coisas foram ficando mais difíceis de serem lembradas. Precisei começar a anotar tudo. E aí, o que era eventualidade, passou a ser uma necessidade diária.

É muita coisa prá lembrar. São questões comerciais, pagamentos e compras a fazer, contas pessoais que não posso deixar de pagar, compromissos a honrar, e recados prá mim mesma, muitos.

Hoje, minha agenda passou a ser uma companheira.

Tenho duas, uma eletrônica, que é uma belezinha, pois basta anotar uma vez um compromisso, e programar para repetí-lo quando e quantas vezes quiser, tudo a um só clic. E outra normal, de papel, da qual não abro mão.

Porque adoro escrever.

Com uma caneta e uma folha de papel faço milagres. Vôo, mesmo.

E para o ano que vem, minha agenda de papel já está escolhida.

É uma agenda Capricho, que já comecei a abastecer com as anotações necessárias (afinal já tenho contas para 2009).

Por que a da Capricho, cheia de breguetes?

Porque acho que é uma “agenda feliz”. Colorida, cheia de frases legais, fácil de manusear (embora um pouco pesada), em alguns meses não há pauta, então posso escrever do jeito que eu quiser (deitado, inclinado, de cabeça prá baixo).

Vou exercer toda minha criatividade. Vai ficar legal. Tudo colorido. Uma “agenda feliz”. Como eu espero continuar a ser no ano que vem.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *