Agora, eu também sou órfã

É muito triste, e também muito estranho.

De repente, sem preparação, fiquei orfã.

Minha mãe faleceu.

Repentinamente, repito, embora ela estivesse se sentindo meio mal, ultimamente.

Mas como ela sempre foi extremamente lutadora, ninguém acreditava que, tendo sido internada num hospital para exames, ela não saísse de lá viva.

Mas aconteceu. Não me perguntem como, porque até agora não entendi direito.

Quem quiser conhecer minha mãe, veja o post anterior a este, em que fiz uma pequena homenagem a ela. Agradeço a Deus a inspiração de tê-la feito, e de minha mãe a ter visto. E gostado. Que bom.

E algumas certezas ficaram.

O exemplo dela e a ventura por ter compartilhado nossas vidas.

Agradecerei a Deus até o fim da minha existência por ter me dado esta oportunidade.

Como toda mãe, com certeza, a minha foi única.

E foi mais que especial, porque foi (e continuará sendo) a minha mãe.

MÃE: TE AMO E TE AMAREI ETERNAMENTE.

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