A revista Capricho

Muito, mas muito tempo atrás, quando eu era novinha (já fui novinha) eu lia uma revista que , acho, se chamava Sétimo Céu. O porque deste nome até hoje não sei.

Mas era uma febre. A revista trazia fofocas sobre artistas (claro que fofoquinhas bobinhas), editoriais de moda (que já existiam na época), letras de música (normalmente românticas e melosas) e uma fotonovela.

Aliás prá quem não sabe, naquela época, televisão não era um eletrodoméstico tão acessível quanto hoje. Somente poucas famílias as possuiam, e quem possuia, tinha que submeter sua “sala de visitas” ao convívio com vizinhos (em dias de futebol), com vizinhas (em horário de novela) e os filhos destes durante os horários de seriados. (rin tin tin, patrulheiro rodoviário, ultraman, dentre outros).

Mas vamos à fotonovela. Como televisão era caro, a gente podia apelar prás fotonovelas prá se derreter um pouquinho chorando.
Eram novelas, só que em vez de filmadas, eram fotografadas. Tipo gibi. Mas em vez de desenhos eram fotos, e com balõezinhos para os diálogos. De algumas estórias eu lembro.

Mas por que falar da Capricho?

É que eu leio a Capricho sempre. A Witch também. E adoro. Antes, eu lia prá poder ficar meio “antenada” com os assuntos de minhas filhas, e poder conversar com as meninas que atendo na loja. Mas agora, leio por mim mesma, também. Acho que é a minha consciência me mostrando que, realmente, definitivamente, não sei tudo que acho que sei. Em cada edição, aprendo alguma coisa. E repasso pros outros.

A Capricho e a Witch são como as revistas que eu lia.

Mudou o formato, mudou a forma de falar, mudaram as cores, mas a essência continua a mesma. A informação.

Tenho algumas ressalvas a fazer, mas vou fazê-las diretamente no site das revistas, porque de repente, são questões minhas. Que eu posso ainda não ter entendido a proposta.

Agora mesmo, a Capricho tá lançando a campanha “Deixe o mundo mais pink”, que eu adorei. Tem até o manifesto pink. (vê lá no deixeomundomaispink.com.br).

Mais uma campanha prá conscientizar os mais novos ( parece que todo mundo é mais novo que eu, aliás).

Vale a pena ver. E participar. Eu, com meus cabelos brancos e minhas rugas já aderi.

E se eu posso, você também haverá de poder.

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