julho 2009

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Já falei prá voces que agora sou uma senhora twitteira (ou tuitera, como prefiro).

Tenho conhecido muitas pessoas, de diferentes lugares, idades, graus de instrução, religião, etc. Tem sido uma experiência muito boa. Engrandecedora, como se falaria lá em mil, novecentos e lá vai bolinha.

Naturalmente, que não dá de, de cara, a gente achar que as pessoas já se tornam amigos de infância, aqueles famosos sempre fui teu amigo. Mas se a gente puder e tiver condição de ir analisando devagarinho, vai percebendo que muitas pessoas podem se tornar, se não amigos, mas uma pessoa com quem se pode dialogar. Eu falei dialogar, e não simplesmente falar.

Mas há uma coisa nesta rede, dita social, que me deixa um pouco triste. É a famosa turma da patrulha. Aquela turma que pensa que pode (ou deve) ditar as regras para o bom funcionamento da rede.

Naturalmente que deve haver um bom senso. Porém este bom senso não deve ser diferente daquele que se usa (ou deveriamos usar)no nosso dia a dia. Por que alguém se arvora o direito de dizer: pode fazer assim, não pode fazer assado?

O grande problema está em quem acha que as pessoas devem usar a rede apenas para conversas “relevantes”, ou assuntos mais “técnicos” digamos assim. Eu, ao contrário destes, acho que se pode e deve falar o que se tem vontade (dentro do bom senso, como falei acima), até porque, mais das vezes, há, em mensagens consideradas bobas, um pedido de atenção. E não custa tanto assim, ajudar. Ou não?

Outra coisa é quando as pessoas falam bastante, (ou teclam), e “só dá elas” no monitor. E daí? Cadê os outros? Falem também, ué. A rede tá aí prá isso. As chances são iguais. E além disso, há o que talvez seja o mais importante prá resolver esta questão.

Há a possibilidade de você deixar de seguir a pessoa que não está lhe agradando, seja pelo que for. Você pode simplesmente dar um unfollow, e pronto. O problema está resolvido.Você não irá mais ver ou ler o que a pessoa que não está lhe agradando anda fazendo.

Eu realmente não me sinto bem com tanta “cartilha” anti isso ou anti aquilo.

Chega. Até porque, daqui a pouco vão começar a dizer que velha não pode tuitar também.

E daí, como eu fico?

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Especial

jg p blog

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Vi, li e não gostei. Por isso falo prá vocês.

Como já devem estar carecas de saber, entre quinta e sexta me atualizo com as revistas que chegam à banca.

Para algumas, dou uma atenção especial, outras simplesmente folheio. Pois foi em uma destas que eu leio de cabo a rabo, (embora não seja uma daquelas endereçadas ao público ao qual pertenço), que me provocou um estado de decepção enorme.

Já aviso que não estou questionando a qualidade das fotos, a modelo, as peças de roupa objeto da matéria, etc. O que questiono é a indução que a matéria pode sugerir.

São fotos em que a modelo apresenta lingeries, e a locação é onde? Num estacionamento de caminhões. Falam em sedução, vida bandida e outros que tais.

A revista é direcionada prum publico mais jovem. Aí, pergunto.

Com tanto trabalho que se está fazendo prá ver se diminuimos a pedofilia neste país, e me vem uma revista (que eu li desde o 1º numero) e me faz um desserviço deste? Desculpe, mas estamos vendo tanta propaganda pedindo aos caminhoneiros que se conscientizem deste problema, estamos tendo bastante ajuda deles, e fazem isso?

Depois querem o que, colocando garotas seminuas, em poses sensuais exatamente num pátio de caminhões? Despertando desejos?

Poderiam ter usado outra locação. Pena, pena mesmo.

Aliás, mais que pena. Estou é com raiva, mesmo.

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Acabo de me atualizar nos assuntos novelísticos, belezísticos, fofoquísticos e afins contidos nas revistas semanais que chegaram ontem. Algumas também mensais, estas, porém, são um pouco mais sérias, digamos assim.

Mas o que interessa neste momento, estava escrito, eu li, e li duas vezes prá ter certeza. A consulente (que palavra, credo) perguntava o que deveria fazer prá “apimentar” a comemoração pelo aniversário de 10 anos de casamento. Hã? Como assim… Me abana, não estou entendendo.

Será que ela não tem nenhuma idéia?

O que será que ela fez nestes 10 (DEZ) anos?

Se ela precisou pedir ajuda, prefiro nem pensar o que se passou neste tempo. Ou o que NÃO se passou.

Tenho pena. Dos dois.

Dela e do marido.

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