Coisas que pensei ou gostaria de ter pensado.

Archive for outubro, 2008

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Frases que eu gostaria de ter escrito

out 21, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Frases

“Experiência não é o que acontece com você, mas o que você fez com o que lhe aconteceu.”

                                              Aldous Huxley

Esporte e morte não combinam

out 21, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Profissionais

Não sou do esporte. Nunca fui. Nunca gostei. Sou avessa às atividades físicas, ambora concorde plenamente que elas são extremamente necessárias à nossa saúde.

Quando eu estava no colégio, no primeiro e segundo graus, era obrigada a fazer a bendita educação física. Era um tormento. E daí, talvez tenha surgido esta minha aversão ao exercício.

Não havia a mínima preocupação, naquele tempo, em fazer com que gostássemos de nos mexer. Era na marra mesmo.

E o resultado foi este.

Mas, como já falei, concordo plenamente que para a saúde o esporte é importante.

Porém, e sempre há um porém, acho um absurdo total esta turma que em nome do esporte arrisca a própria vida, quando não a vida de outros.

Aí não dá. Saber que os riscos são enormes, que, dependendo do que fizer pode lhe faltar oxigênio, o cansaço ser tão extenuante que poderá ficar pelo caminho, o espaço abaixo ser tão imenso que o risco de não voltar é quase de 100%, socar e socar sob risco de uma consequência absurda no cérebro, isto não.

Esporte é saúde, não morte.

Acho que a partir do momento em que o risco de morte é iminente, não podemos mais usar a palavra esporte. Porque não combina.

Se esporte é saúde não se pode colocar em risco a vida.

E colocar a vida em risco com consciência, é atentar contra ela.

E aí, eu pergunto, aonde fica a saúde?

Frases que eu gostaria de ter escrito

out 17, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Frases

“Caia sete vezes, levante-se oito.”

          provérbio japonês

As propagandas e eu

out 17, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Televisão

Acho que ainda não falei, mas não gosto de novelas. Acho profundamente maçante, chato, mesmo. Mas por força de meu trabalho (junto da papelaria funciona uma revistaria), leio a capa de toda revista que chega. Então, acabo sabendo tudo que se passa nas novelas meio por informações de tangente.

Mas gosto muito de televisão. Sou viciada em noticiários. Vejo todos que consigo. Controle remoto na minha mão não tem sossego. Fico de lá prá cá o tempo todo.

E uma coisa que me atrai muito, e sempre foi assim, é as propagandas. E ultimamente, infelizmente, tenho ficado meio triste com o pessoal da criação e/ou marketing.

Sei que um Olivetto não aparece todo ano, mas tenho certeza que a capacidade criativa dos brasileiros vai além do que se está vendo ultimamente. Tô achando as coisas meio pro repetitivas.
 
Criou-se um padrão prá cada segmento publicitário, ou pelo menos é isto que está parecendo.

Para propaganda de cerveja, bar e mulher bonita. Prá carro, velocidade e mulher bonita. Prá Banco todo mundo subindo na vida, e fazendo caras e bocas de muita inteligência. Telefonia móvel, paisagens e todo mundo falando de outros países ou lugares inacessíveis, sempre.  E por aí vai.

Aí, me bate uma saudade daquelas propagandas de antigamente. Em que a gente entendia o recado só de ouvir as musiquinhas que, diga-se de passagem, grudavam que nem chiclete…

Hoje tem propagandas que eu não entendo onde querem chegar. E não me considero tão burra assim. E aí, pergunto prá outras pessoas e elas também não entenderam. Então não sou só eu.

Será que não estaria na hora de tentarmos diminuir um pouco este excesso de tecnoligia e voltar um pouquinho só prá simplicidade?

Vocês lembram da campanha do 1. soutien, dos cobertores parahíba, do guaraná antártica, das balas de leite kids, das duchas corona? Até hoje, a gente lembra das músicas, e não havia nenhuma apelação. Era tudo muito simples, sem grandes maquiagens, sem muita trucagem, e funcionava.

Agora, parece que teremos que, a qualquer dia, prá entender o que o publicitário quis dizer, baixar na internet um manual explicando. Não vai ser fácil.
 
Mas será que não estamos caminhando prá isto?

Salgado, doce, salgado

out 15, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Euzinha

Não sei se é mania, ou se haveria uma explicação científica ou psicológica para o que se passa comigo.

Mas o fato é que eu simplesmente não consigo deixar de comer qualquer coisa salgada depois de comer alguma coisa doce.

Agora mesmo. Almocei. Até que razoávelmente bem (hihihi). Uma baita macarronada que,
modéstia à parte, faço muito bem. Depois de mais ou menos duas horas, comi um magnífico quindim, novinho, molhadinho, delicioso. Presente do maridão.

E agora, ai Meu Deus. Meu reino por um salgado.

O grande problema é que não pode ser um salgado qualquer. Tem que ser alguma coisa específica. Mas que eu não sei o que é. E este suplício ocorre sempre. É comer alguma coisa salgada, e quero um doce. Como o doce e quero um salgado. E aí, é sempre a mesma questão: O que eu quero comer?

Por conta disto, as risadas já são esperadas, aqui em casa. Naturalmente, é lógico. Afinal, como eles vão saber o que eu estou querendo comer, se nem eu mesma sei?

O pior é que já estou salivando por alguma coisa que nem sei o que é.

Já sei, já sei. Ontem comprei uma bandejinha de pastel de forno com recheio de brócolis com ricota, que eu adoro. Deve ter sobrado uns cinco, dos dez que vieram. Vou comer unzinho só. Só prá matar a vontade. Os outros eu como quando chegar do trabalho.

Não. Não vai dar. Só um é muito pouco. Dois talvez. Não. Tres. Tres é um número bom. Tres pastéizinhos. É isto.

Tchau. A geladeira me espera.

Frases que eu gostaria de ter escrito

out 14, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Frases

“Todo homem, por natureza, quer saber.”

                 Aristóteles

 

Minha filha inculta e bela

out 14, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Família

Estava eu me preparando para escrever, quando, ao escolher um cd para me acompanhar neste momento, lembrei-me de um fato ocorrido há alguns dias.

Minha filha mais nova chegou da escola triste, porque as amigas haviam dito que ela não tinha cultura nenhuma, porque gostava do rbd (aquele conjunto mexicano formado por jovens).

Ela chorou e me perguntou o que elas quiseram dizer, porque não se conformava com o dito.

A indignação dela era principalmente pelo fato de que, desde pequena, ela ouve aqui em casa, desde música dita erudita até música popular brasileira.

Que ela gosta mais de um determinado grupo, isto é realidade, não se pode negar, mas daí a dizer que ela não tem cultura, vai um tanto.

Ela conhece Strauss, Beethoven, adora Vivaldi. Conhece obras de Lamartine Babo, Pixinguinha e Noel Rosa. Sabe todas as musicas dos Bee Gees e dos Beatles, passando por Roxette. Conhece Roberto Carlos e outros cantores e compositores da jovem guarda, muitas duplas sertanejas, conhece Titãs, Paralamas do Sucesso, Ultraje a Rigor, conhece todas as bandas nacionais novas. E internacionais, desde Elvis Presley, Andrea Boccelli e Pavarotti (só prá citar os mais conhecidos) até Britney Spiers.

E ela é chamada de inculta?

Porque, embora conheça, não goste de um grupinho norte americano, com cara de anos 80, que acha que canta e dança?

Cada um com seu gosto.

Mas não a chamem de inculta por causa disto.

Ela conhece muito, e, aliás, toca muito. Teclado. Que em poucos meses já passou muitos outros estudantes do instrumento prá trás.

Chamá-la de inculta é insultar a cultura. Mesmo que esta cultura tenha somente 12 anos. Mas que conhece muito mais que muito culto de 50 anos.

 

Frases que eu gostaria de ter escrito

out 13, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Frases

” Num casamento, você tem duas opções: ou você é feliz, ou você tem razão.”

                     li em algum lugar, e adorei

 

Ao ver uma foto…

out 13, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Euzinha

Hoje, ao procurar algumas coisas prá mandar para minha filha que foi morar em outra cidade, encontrei, entre outras coisas, algumas fotos da formatura  dela em fisioterapia. (coincidência, hoje é dia do fisioterapeuta).

Ao olhar algumas fotos, me veio à lembrança alguns dos que eu considero os grandes momentos da maternidade, e por que não?, da paternidade também.

As emoções começam quando um médico nos diz que “acho que vocês estão grávidos”, e se completam com a confirmação através de exames.

A  filha nasce, e é uma emoção só. Dor? Que dor? Não lembro, já passou. Cai o coto do cordão umbilical, último remanescente da ligação física entre a mãe e o bebê.

Ela deixa de mamar no peito, já tá querendo nos abandonar.

Vai pro jardim de infância. Já está tão independente…

Vai prá escolinha, e a gente chora mais que ela no primeiro dia de aula.

Termina o primeiro grau. Gente, como cresceu.

Termina o segundo grau. Já parece uma mulher.

E dá-lhe choro na formatura. Está tão linda a minha filha.

Vestibular. Acho que é a situação em que a angústia é muito maior prá gente do que para as “crianças”. Passou. Ai Deus.

E vem a formatura. Nas fotos é pai e mãe de nariz vermelho, olho inchado de tanto chorar de emoção. Até hoje, é ouvir a música da entrada no salão de formatura, e o arrepio vem junto. Conseguimos realizar o último feito que dependia de nós. Agora é com ela.

Mas não acabou.

Daqui a pouco, vem a nótícia: vocês vão ser avós. E vamos chorar de novo de felicidade.

E vamos voltar a um jardim de infância, prá buscar nossos netos.

E vamos voltar a chorar muito.

E isto não terá fim. Porque também vou ter bisnetos, tataranetos…

Ah, um detalhe. Ainda tenho dois filhos que estão no meio deste caminho. Ainda tenho mais uma formatura de primeiro grau, duas de segundo grau, dois vestibulares, duas formaturas em faculdade, muitos telefonemas prá avisar de netos.

Dai-me força, Deus. E um pote bem grande de lágrimas de alegria.

Que assim seja.

Frases que eu gostaria de ter escrito

out 10, 2008 Author: Beth Pinheiro | Filed under: Frases

“O verdadeiro amigo é aquele que vem quando o resto do mundo está indo embora.”

                                               Walter Winchell

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